Justiça

Ministério Público faz buscas à procura do rasto do dinheiro de Pinto da Costa

O Ministério Público e a Autoridade Tributária realizaram no início desta semana várias buscas no Porto, no âmbito da “Operação Prolongamento”, uma investigação judicial aos negócios feitos pelo presidente do FC Porto com um dos sócios do Grupo DESFO, que detém, entre outras sociedades, a cadeia de lojas “Hôma”, que anteriormente se denominava “DeBorla”.

A notícia é avançada esta sexta-feira pela revista Visão, que escreve que a procuradora Joana César de Campos, que conduziu a diligência, quer perceber os negócios imobiliários feitos pelo presidente do FC Porto, nomeadamente na assinatura de contratos-promessa de compra e venda de apartamentos e posteriores cessões de posições contratuais.

A Operação Prolongamento nasceu do processo “Cartão Vermelho”, que tem Luís Filipe Vieira, ex-presidente do Benfica, como principal arguido. As escutas telefónicas levaram o Ministério Público a dividir a investigação em três partes: os negócios do Benfica, os direitos de televisão negociados com a Altice e, por fim, os negócios do FC Porto com jogadores.

Ao contrário do “Cartão Vermelho”, a “Operação Prolongamento” ainda não tem arguidos, mas tudo indica que Pedro Pinho, Jorge Nuno Pinto da Costa, Alexandre Pinto da Costa, Adelino Caldeira e Fernando Gomes (estes dois últimos administradores da SAD do FC Porto) possam vir a ser constituídos arguidos.


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