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Cova da Piedade avança com providência cautelar contra inscrição do Lank Vilaverdense

Polémica na II Liga.

Depois do Marítimo se queixar à Liga pelo licenciamento do Estrela da Amadora e do Sp. Covilhã ter feito o mesmo relativamente ao Leixões, esta terça-feira foi a vez de o Clube Desportivo da Cova da Piedade dar entrada no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) com uma providência cautelar contra a Liga.

Em causa está o licenciamento do Lank Vilaverdense na II Liga, confirmou à Lusa fonte do clube que se fundiu com a BSAD e que caiu para a Liga 3. O clube de Almada alega que a inscrição da equipa minhota não cumpre a legislação das sociedades desportivas, incorrendo em “várias irregularidades”, entre as quais o capital insuficiente para participar na II Liga no final do prazo de entrega da documentação.

O Lank Vilaverdense, que subiu aos campeonatos profissionais após ter derrotado o então BSAD no playoff de despromoção e subida, foi a última equipa a ter inscrição validada na II Liga, a 3 de Julho.

Com esta providência cautelar, o CD Cova da Piedade pretende suspender a inscrição do Lank Vilaverdense e ocupar a vaga da equipa minhota no segundo escalão profissional. Recorde-se que o emblema da margem sul do Tejo não está licenciado pela Federação Portuguesa de Futebol para jogar na Liga 3, já que a união com a BSAD ainda não foi reconhecida pela entidade suprema do futebol nacional.


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