Opinião

A INTOLERÂNCIA DOS JOVENS ESTÁ A MATAR?

Uma opinião da inteira responsabilidade do seu autor.

Nos últimos anos tem aumentado de forma exponencial um fenómeno que era pouco visto em Portugal, o dos assassinatos macabros ou cometidos por motivos fúteis e o de crimes graves ou violentos praticados por adolescentes ou jovens adultos.

Avelino Lima, diretor do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Leiria, declarou há dias que existe uma “grande intolerância dos jovens para com o confronto” e chamou a atenção para o facto de a tolerância estar “a desaparecer da nossa juventude”, que passa “facilmente à violência”. “Basta ver a criminalidade com utilização de armas brancas associada à delinquência juvenil, por exemplo. Isto é algo sobre o qual devíamos todos refletir”, alertou.

Nos meus tempos de juventude era normal haver confrontos entre os jovens, principalmente, em discotecas ou em arraiais, mas era raríssima a vez em que se utilizavam armas brancas ou de fogo.

Hoje em dia, o normal é ver jovens a sacar de facas ou pistolas sem terem a noção, ou se calhar até têm, de que, num gesto impulsivo, vão arruinar para sempre a sua vida e a de outra pessoa, mas sem perdão.

E por que razão estão os jovens intolerantes e propensos a uma violência maior?

Ora bem, em primeiro lugar, porque temos há quase 5 décadas um Estado Socialista que quer doutrinar as crianças desde a creche, com ideologias extremistas, que as fazem duvidar acerca do seu sexo biológico.

Depois, temos esse mesmo Estado Socialista que deixou de reprovar os jovens na escola para passar uma ideia de sucesso na Europa, o que transmite a ideia de um facilitismo inaceitável, que choca de frente com a realidade quando esses jovens entram no mercado de trabalho, sem quase saber ler ou escrever, e passam a ganhar o ordenado mínimo.

Este Estado Socialista também diminuiu as penas de prisão, aumentou os direitos dos criminosos e diminuiu o das vítimas, o que dá a sensação de que o crime compensa.

E de muitas outras coisas que o Estado Socialista tem destruído, a Família é a que mais tem sido atacada, ao ponto de estar perto da extinção, isto, porque o objectivo socialista é que deixe de existir qualquer possibilidade dos jovens aprenderem algo com os seus pais ou avós, pois isso abre a janela do pensamento livre.

Mas, não são apenas os jovens que estão intolerantes, os mais adultos deixaram-se levar por uma vida em que o Socialismo é quem mais ordena e onde a capacidade de pensar e questionar coisas verdadeiramente importantes já quase não existe.

A opressão socialista à Família provoca um efeito de abandono nos mais jovens que ficam mais intolerantes a tudo, pois, deixaram de ter um Pai, Mãe e Avós presentes, ficando a crer que a maior autoridade não é a da Família, mas sim a do Estado Socialista.

Esta situação tem de mudar, o povo tem de acordar e lutar contra esta opressão Socialista que mais parece que vivemos na antiga URSS.

Se recuperarmos o conceito de Família, sem ser aquela colorida que agora nos querem impingir, onde os mais velhos criavam os filhos e netos, se os jovens não passarem de ano escolar sem nada saber, se o pequeno delito for punido com maior severidade, para que os jovens delinquentes não fiquem a pensar que o crime compensa, aumentando o nível de criminalidade no nosso país, aí pode ser que ainda seja possível salvar Portugal.

Mas, se continuarmos a permitir ser governados por Socialistas condenados por crimes como pedofilia, corrupção, lavagem de dinheiro, ameaças, etc.., então, nada do que se fizer terá o impacto que se deseja. Se é para ser intolerante, que sejam intolerantes ao Socialismo!


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