Opinião

QUAL HIDRA DE LERNA

As opiniões expressas neste artigo são pessoais e vinculam apenas e somente o seu autor.

Decorreu, em meados de Janeiro, mais uma reunião da elite mundial. Organizada pelo Fórum Económico Mundial (FEM), a reunião de Davos deste ano declarou publicamente o seu mote: “Reconstruir a Confiança”. Assim com o objectivo de continuar a instauração da já anunciada Nova Ordem Mundial (NOM) e no âmbito do, também tornado público, “Great Reset” (Grande Reinicialização – GR), os temas abordados na reunião deste ano abrangeram:

  • A urgência em implementar a Identidade (ID) Digital – “já não se pode confiar apenas nas pessoas”;
  • As  “alterações climáticas” – tópico contumaz.
  • A misteriosa “Doença X” que num futuro próximo “causará a morte de dezenas de milhões de pessoas”.

Uma perversa distopia que nos devia preocupar a todos, mas que apenas inquieta uma minoria de cidadãos atentos, diria mesmo despertos.

A hipocrisia do “Homem de Davos” e dos seus verdugos, a quem o mantra “faz o que eu digo, não o que eu faço” assenta na perfeição, deveria despertar a indignação e a revolta do homem comum. Todavia continua a ser rotulada como conspiração, ou desinformação, ou chalupice pela propaganda mediática que faz cumprir a pretensão da corja globalista em manter as gentes obnubiladas e sob controlo.

Contudo é já uma realidade a paulatina, mas exponencial, transferência do poder de decisão, sobre todos os sectores das nossas vidas, para entidades nacionais e supra-nacionais não eleitas, opacas e com débeis padrões morais e éticos e o que se passou nos últimos quatro anos assim o comprova.

Aqueles que, com uma fidelidade canina, crêem que as instituições tudo decidem e tudo implementam com a recta e nobre intenção de os proteger ou mesmo salvar, colocam recorrentemente a questão: “E o que é que eles ganham em fazer-nos mal”?

A resposta a esta pergunta reside na História e não é tranquilizadora.

A elite contra-ataca sempre que pressente a eminente marginalização do seu poder decorrente da democratização da sociedade e mostra-se disposta a tudo.

Nos últimos setenta anos o mundo assistiu a uma onda de democratização com particular ênfase após a queda do muro de Berlim em 1989. E a internet ajudou, não só contribuindo para a generalização do acesso à informação e ao conhecimento mas também facilitando o diálogo e a aproximação entre os indivíduos independente do ponto do globo onde se encontrem.

A reflexão que se impõe é: acolhem (ou acolheram) as elites este desenvolvimento de bom grado ou, pelo contrário,  agem para o impedir ou mesmo reverter?

Pela  evidência histórica, mas também pela psicologia subjacente aos jogos de poder, seria ingenuidade acreditar que a perda de poder pudesse ser encarada com satisfação pela oligarquia política, judicial, militar, burocrática, académica e empresarial. De facto as elites não parecem nada satisfeitas e estão a minar a democracia senão reflitamos, desapaixonadamente, acerca dos acontecimentos dos últimos anos no nosso país e no mundo, bem como sobre os argumentos paternalistas que fundamentam a progressiva coarctação de direitos inalienáveis como a liberdade de expressão, a liberdade de circulação, a liberdade de manifestação e o consentimento informado. E se dúvidas ainda houvessem, até a liberdade de transacção está sob ameaça com a introdução das CBDCs (Central Bank Digital Currency) e dos seus poderes restritivos – a arma de Chekov dos globalistas.

Se o 11 de Setembro, o combate ao terrorismo e a alegada pandemia nos ensinaram alguma coisa foi que, quando a próxima crise ocorrer, seja ela real ou inventada, o controlo extremo da sociedade tornar-se-á mandatório.

O mais preocupante é que a elite global parece estar a pressionar o confronto aberto com a Rússia ou com a China ou ambos, quando assistirmos, no hemisfério ocidental, à crescente elegia belicista.

A elite globalista está empenhada em dividir para reinar, semeando o caos, minando a soberania nacional e individual e assim, ao submeter os povos, consolidar o seu poder.

Então o que devemos ou podemos fazer?

Devemos e podemos não obedecer aos mandatários do WEF, que nos estão a conduzir para um abismo de decadência, de violência e de sofrimento. E podemos e devemos exercer os nossos direitos e dizer Não!

  • Não! A todos os sistemas de controlo que tentam implementar.
  • Não! Aos seus esforços para minar a nossa soberania enquanto indivíduos e enquanto sociedade.
  • Não! Às guerras que teimam em semear.

Para tanto bastará:

  • Resistir e rejeitar as ID digitais, os CDBCs, a ingerência,  no nosso país e nas nossas vidas, de todas as entidades nacionais ou supra-nacionais não eleitas.
  • Destituir e levar à justiça os políticos corruptos, os seus esbirros e quem os aconselha.
  • Devolver o poder ao povo. Quanto mais descentralizado for o poder melhor. A democracia directa, de facto representativa, com referendos em questões fracturantes ou cruciais para o país, ajudaria a diminuir ou mesmo a eliminar o domínio oligárquico  (actual e futuro) e o recente debate no parlamento consequente a uma petição publica por um referendo ao Tratado Pandémico é um sinal que a maré pode mudar se o povo se mobilizar.

É chegado o momento de retomarmos as rédeas do nosso destino, de virar as costas às elites e de lançarmos a primeira pedra para o novo renascimento da humanidade.

Será hercúleo mas não impossível pois até a Hidra de Lerna foi dizimada.


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