Opinião

Socialismo, a repartição igualitária da MISÉRIA

As opiniões expressas neste artigo são pessoais e vinculam apenas e somente o seu autor.

No paraíso Socialista, em metade do ano de 2023, já houve mais pré-avisos de greve do que a média anual na última década. O Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, afirmou aos OCS, “SNS está mais forte do que nunca”, até no populismo, existem limites. O Governo confirmou que em 2024, existem portugueses a ganhar o salário mínimo, que vão pagar IRS, Fernando Medina, inclusive, clarificou que não vai baixar a TSU, depois dos patrões terem pedido a descida de impostos, “estamos com impostos de rico num país pobre”, Armindo Monteiro, presidente da CIP.

A Ministra da Defesa, Helena Carreiras, medalhou o ainda Secretário-geral do Ministério da Defesa, João Ribeiro, com a medalha de 1º classe da Defesa, que foi constituído em arguido em agosto, no âmbito do processo “Tempestade Perfeita”, mas o mesmo, mantêm-se em funções. Ministra alega que a Justiça não decidiu “inibição do exercício em funções”. O PS, através de Miguel Costa Matos, presidente da JS, foi extremamente claro, “Canábis é para legalizar. A dúvida não é o que fazer, mas como”. Falando em nome da bancada parlamentar do PS, em conferência, transmitiu que a decisão está tomada, “A nossa vontade é expressa e inequívoca e não tem volta atrás”.

No Largo Rato, que há cerca de 2 anos estava à beira da bancarrota, a actual dívida é já “somente” de cerca de 20.000,000€ a credores, fruto da renegociação da “sua dívida” através dos serviços prestados por Luís Patrão, ex-chefe de gabinete de José Sócrates, e hoje, homem forte das finanças Socialista. Algo, que diz muito, à cerca do actual PS…

A Ministra da Agricultura e Alimentação, Maria do Céu Antunes, prometeu aos agricultores em outubro, mas segundo a divulgação do calendário de pagamentos comunitários do PEPAC, mais de 90% dos pagamentos, decorrerão somente em novembro.

O PSD que sempre defendeu um sistema de pagamentos célere e previsível, considera que o atraso em causa será muito prejudicial ao sector agrícola nacional.

O Governo deve baixar já o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos, defendeu publicamente, Luís Montenegro, acrescentou ainda, que o PSD censura veemente o Governo, mas que o futuro do país, não estará dependente do debate parlamentar que decorreu na semana corrente, mas sim, através do Sentir Portugal, todos os dias na rua, a ouvir as dificuldades das pessoas, em todos os concelhos do país e nas soluções a apresentar para os problemas do país real. Concluiu, que verifica que tanto o PS como o Chega, estão efetivamente muito preocupados com o PSD, são de facto 2 partidos que se juntaram com um propósito, “são um casal de namorados políticos” que tem “um amor em comum”, o combate ao PSD!

Na história do Portugal democrático, em 33 moções de censura apresentadas, somente uma teve sucesso. Mas isso, faz parte do ADN dos partidos de protesto, inclusive, com a maioria Socialista no hemiciclo, mas isso, pouco preocupa os seus autores. O impacto cada vez é menor, nem o próprio António Costa, já se dá ao trabalho de explorar possíveis divisões, no espectro alegadamente à sua “direita”, continua somente, a repetição do mesmo disco riscado e a vulgarização da política, que afasta as pessoas dos partidos.

Relatório revelado pela OCDE, sublinha a importância do factor salarial para os professores, mas os professores do 3º ciclo em Portugal, ganham menos 8000€ anuais, que a média da OCDE. As autarquias, defendem inclusão no programa de gratuitidade que inclui IPSS e privados, PS não avançou com o publicitado projecto para correção, e agora, as creches municipais ficam sem isenção das mensalidades.

O novo ano escolar teve o seu início, no concelho de Alcochete, e peso embora a promessa do PS local, que venceu as eleições autárquicas de 2021, com maioria absoluta. A promessa eleitoral “Requalificar e ampliar a Escola Básica 2/3 D. Manuel I, não passou disso, não sai do papel, a escola abriu portas novamente sobrelotada com mais de 50 turmas, quando tem capacidade somente para albergar 32, quem são os principais prejudicados, a qualidade do ensino, e os seus alunos. Se o actual executivo na CMA do PS, mudasse as suas prioridades, da realização e patrocínio dos inúmeros e mais variados eventos no concelho, que somente alimentam as clientelas do costume em troca de votos, muitos inclusive, sem qualquer tradição ou adesão em Alcochete.

O concelho urge, por uma verdadeira política com visão estratégica para o futuro do ensino, que permita a curto prazo, a aproximação no ‘ranking’ às melhoras escolas do país, por agora, temos bailes e muitas promessas…

João Garrett Condelipes, vice-presidente do PSD de Alcochete, e membro da Comissão Política Permanente, Distrital do PSD de Setúbal.


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