Montijo

Regresso às aulas no Montijo celebrado com a presença de António Costa

A abertura do novo ano letivo foi assinalada, com a presença do primeiro-ministro e ainda de outras individualidades como a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, e a secretária de Estado da Inclusão, Ana Sofia Antunes.

Acompanhados pelo presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta; pela vice-presidente, Vereadora Maria Clara Silva, e pelo vereador José Manuel Santos, visitaram o Centro Infantil António Marques, da União Mutualista Nossa Senhora da Conceição, entidade que ampliou o número de vagas para crianças, conforme uma nova portaria do programa “Creche Feliz”.

Pedro Santos, presidente do Conselho de Administração da União Mutualista Nossa Senhora da Conceição, destacou que a instituição “decidiu aceitar o desafio e, neste ano letivo, criou 38 novas vagas neste centro e 43 novas vagas na Casa da Criança, totalizando 81 novas vagas que passam a ter creche gratuita”. O presidente da Câmara Municipal do Montijo felicitou a instituição pela “capacidade de, em pouco tempo, cumprir este desígnio importante para o país, para as famílias e para o município”.

Nuno Canta salientou “o impacto desta medida em cidades como o Montijo, com uma população muito jovem, com muitas crianças e com a necessidade de alargar a rede de creches para permitir às famílias conciliar a vida familiar com a profissional”.

No dia em que se completa um ano do arranque da medida Creche Feliz, a ministra Ana Mendes Godinho, informou que “nos últimos dois meses, e graças à entrada em vigor da portaria de 5 de julho, que permitiu aumentar o número máximo de crianças por sala e reconverter espaços previamente dedicados à infância, foram criadas mais 9.000 vagas gratuitas em creches”.

O primeiro-ministro, António Costa, lembrou: “Começámos em 2020 com a gratuitidade só para as crianças que estavam nos 1.º e 2.º escalão. Há um ano demos um passo novo, foi generalizar essa gratuitidade a todas as crianças que estavam na rede de acordos com a Segurança Social (creio que foram 45 mil crianças há cerca de um ano). A procura pelo serviço de creches aumentou e isso fez-nos dar um passo já em janeiro deste ano, alargando, quer ao sector solidário, quer ao sector privado, a participação na rede em todos os locais onde não havia uma oferta suficiente. Com isto, chegámos a junho deste ano com 60 mil crianças abrangidas”, recordou António Costa.

Um número que voltou agora a crescer com a implementação de uma portaria que possibilita às instituições, reconverterem áreas inutilizadas em novos espaços de acolhimento para crianças, para permitir aumentar as vagas. “Com esta portaria, que desburocratizou, chegamos um ano depois, tendo partido das 45 mil crianças abrangidas, com capacidade para acolher 85 mil crianças no conjunto do País”, realçou. No caso concreto do Centro Infantil António Marques, a União Mutualista passa no arranque deste novo ano letivo das 72 para as 110 vagas, às que há ainda a somar mais cerca de 40 criadas de igual modo na outra valência de creche que a instituição apresenta na cidade montijense.


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