Opinião

É o próprio PS, que reconhece capacidade ao PSD para governar

Uma crónica da inteira responsabilidade de João Garrett Condelipes

Foi tornado público, que o ainda Ministro das Finanças, quando presidia à C.M.L., atribuiu ao investigador argentino, Manguel, um ordenado vitalício de 2500€, suportado pela autarquia da capital. Medina, que mais adjetivos posso usar…

Este governo, efetivamente pretende mesmo acabar com o alojamento local, em entrevista a José Gomes Ferreira, Nuno Santos Félix, sobe uma cortina de alegada promoção da habitação, de forma clara por via fiscal afirmou, o arrendatário é taxado em 25%, e o proprietário do imóvel em 35%. Ou seja, mais esta irresponsabilidade quer dizer é, acabe-se com o negócio do alojamento local!

A deputada Marina Mortágua, será em breve constituída arguida, e poderá inclusive ser levada a julgamento, encontrando-se já, com a medida de coação de termo de residência. Por o incumprimento de lei, proposta pela própria, muito coerente a extrema-esquerda?

Ainda na política de esquerda radical, e referente á proposta do PS, do arrendamento coercivo. Estudo demonstra que o Estado, que pretende implementar medida Bolivariana, afinal, não dá sequer o exemplo. Mais de 732000 alojamentos propriedade do estado, estão por ocupar, e cerca de metade, não reúnem sequer condições de habitabilidade…

Isto, quando o ex-centrista Basílio Horta, atual autarca Socialista em Sintra, gastou mais de 20000€ do erário público, somente para alcatroar uma rua, mais precisamente no condomínio Vilas da Catarina, uma das 5 residências do primeiro-ministro, Antonio Costa.

No entanto, nem tudo são más notícias, no debate na Assembleia da Républica sobre habitação, o PS com maioria absoluta no hemiciclo, viabilizou todas as propostas do PSD. É o próprio PS, que reconhece capacidade ao PSD para governar, e implementar as reformas estruturais, que urgem ao país.

Mesmo assim, com o espírito institucional e estadista, que sempre caracterizou o PSD, este Governo, continua diariamente a meter água, por todos os lados. A Transtejo adquiriu 9 navios alegadamente elétricos, por 15.000,000€, e por quê alegadamente, porque as embarcações foram compradas sem baterias, pasme-se. A compra foi naturalmente chumbada pelo Tribunal de Contas, que inclusive admite a responsabilização financeira e até criminal dos gestores da mesma. Curioso, o termo utilizado pelo Tribunal Constitucional, “é como um automóvel sem motor”.

Foi com tristeza, e profunda vergonha alheia, que o país tomou conhecimento que 13 militares recusaram efetuar uma missão, ao ponto a que chegamos. Segundo fontes próximas dos militares, o incumprimento da ordem, teve como motivo, a falta de condições de segurança do navio, e para a sua tripulação.

O navio patrulha Mondego, que conta com mais de 35 anos de serviço, alegadamente opera sem um sistema adequado de esgoto para o tanque de óleos usados. Sendo que os mesmos, acabam por desaguar nos porões e na casa das máquinas principais.

Segundo o advogado dos militares da NRP, Paulo Graça, considera “grave” os 13 militares terem sido “condenados em praça pública” e destaca: aconteceu antes de terem sido ouvidos. Não conheço o processo detalhadamente, mas estou naturalmente solidário com os militares em causa, castigos públicos, ou humilhação. Não são admissíveis na forma de tratar as nossas forças armadas, sejam de que ramo forem, principalmente, quando tudo aponta que o problema não é uma questão de disciplina. Um bem-haja, aos 13 heróis.


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