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ADN ‘repudia’ ataque judicial ao presidente do partido

Em comunicado, o Partido ADN, diz que o presidente, Bruno Fialho, está a ser alvo de um ataque feito pelo ex-Diretor da PSP, Magina da Silva, e aponta culpas também ao Ministério Público desse ataque.

Foi mediante um comunicado que o Partido Alternativa Democrática Nacional (ADN) fez saber que o presidente daquele partido está a ser alvo de um ataque feito pelo ex-Diretor da PSP, Magina da Silva, e pelo Ministério Público. Diz o ADN no mesmo comunicado que é um partido que defende a Liberdade de Expressão como “nenhum outro partido” e por isso repudiam o ataque elaborado ao presidente.

O ADN salienta que o ataque perpetuado ao presidente, deve-se a uma crónica do Diário do Distrito, com o título “Magina da Silva ou a vã glória de mandar” escrita por Bruno Fialho no dia 2 de outubro de 2022, Magina da Silva ainda desempenhava funções de Diretor Nacional da PSP, depois desse artigo, o Tribunal de Lisboa notificou o cronista para se apresentar nos serviços do Ministério Público para ser inquirido no processo de inquérito inicial, para grande surpresa de Bruno Fialho, a queixa tinha partido do referenciado no seu artigo.

Agora o ADN faz um comunicado que passamos a editar:

O Partido ADN defende a Liberdade de Expressão como nenhum outro partido, pelo que, repudiamos o ataque feito ao presidente do partido, Bruno Fialho, perpetuado pelo ex-Diretor da PSP, Magina da Silva, e pelo Ministério Público que, como se tem observado nos últimos tempos, tem sido alvo de uma desconfiança por parte dos portugueses devido aos últimos casos, em particular o último, relativo à investigação na Madeira, em que manteve cidadãos presos durante 20 dias sem indícios de crimes.

“É do conhecimento público que escrevo crónicas semanais para o jornal “Diário do Distrito. Naturalmente que o faço na qualidade de presidente de um partido político, nomeadamente do ADN, julgando que estaria a exprimir a livre opinião e direito de expressão, para mais, como o único político que se tem batido contra o fim do Estado de direito democrático que estamos a vivenciar e a constante violação da nossa lei soberana, a Constituição da República Portuguesa, que agora, e apenas agora, muito depois de o ADN o ter dito, “vociferam” os apregoados e renomados constitucionalistas, que muito tem sido violada”,diz Bruno Fialho, presidente do ADN.

“No dia 2 de Outubro de 2022, publiquei uma crónica do Diário do Distrito, com o título “Magina da Silva ou a vã glória de mandar” , que poderão ler em https://diariodistrito.sapo.pt/magina-da-silva-ou-a-va-gloria-de-mandar/. Nesse meu artigo de opinião, em que expressei publicamente a minha repulsa, pelo facto de alguns dias antes o Director da PSP, ter alegadamente emitido ou permitido ter sido enviada uma ordem em que proibia os agentes desta força de segurança de usarem armas fogo, mesmo se estivessem em perigo de vida, utilizei algumas expressões, que me valeram, uma acusação judicial por parte de Magina da Silva, o qual considera que o ofendi na sua honra, ao qual o Ministério Público acompanha-o, dizendo que eu sou jornalista, quando não o sou e nunca fui, e não poderia ter escrito aquelas coisas”, declara Bruno Fialho.

“O que escrevi foi que, Magina da Silva, “cobardemente” emitiu uma ordem onde proibia os seus homens de usarem armas fogo, e que quando foi nomeado no dia 3 de Fevereiro de 2020, poucos foram aqueles, que pensaram que ele se iria subjugar ao poder político, tendo terminado, o meu artigo, dizendo que “vendeu” os seus homens e entregou-se nas mãos de um poder político, que percebe tanto de segurança pública como eu de construir naves espaciais. Considerou o ministério público e o procurador titular, que ofendi a honra e bom nome de Magina da Silva, pondo em causa publicamente a sua honestidade, seriedade e dignidade pessoal e profissional”, esclarece Bruno Fialho.

“Todas as expressões que empreguei, e que não retiro, retratam a imagem, má, que o próprio Magina da Silva, semeou e plantou, nas mentes da maioria dos portugueses, bem como de muitos agentes das nossas forças de segurança, que esperavam ter um comandante, com uma postura perante o poder político, completamente diferente, até devido ao curriculum que o mesmo ostentava”, afirma Bruno Fialho.

“Aliás, caso as nossas forças de segurança estivessem de “boa saúde”, “satisfeitas e contentes” e com os seus legítimos interesses e direitos, acautelados e defendidos, por quem o deveria em primeiro lugar, fazê-lo, teríamos hoje esta onda de protestos, que presentemente originaram a instauração de um inquérito, para se averiguar a veracidade das baixas apresentadas, e que causaram o adiamento de um jogo de futebol, por falta de proteção policial, como o ocorrido em Famalicão!?”, questiona Bruno Fialho.

“Porém, como se vê, depois de tentar condicionar a acção dos políticos que o escrutinam, Magina da Silva foi nomeado pelo Governo de António Costa como oficial de ligação do Ministério da Administração Interna (MAI) junto da Embaixada de Portugal em Paris, onde pode descansar e usufruir do excelente vencimento que essa nomeação lhe concede, ao contrário dos agentes que continuam a lutar dia-a-dia por melhores condições de trabalho e, muitas vezes, pela própria vida”, conclui Bruno Fialho.


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