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Violência escolar na Moita: Auxiliar e aluna agredidas e aluno autista vítima de ataque cruel filmado por colegas

Um episódio de violência gratuita entre alunos e a agressão a um aluno autista na Escola 2 e 3 Fragata do Tejo geram indignação e apelos por mudanças.

Um ambiente de violência e falta de apoio marcou a última sexta-feira na Escola 2 e 3 Fragata do Tejo, na Moita. Dois casos chocantes de agressão entre alunos vieram a público, levantando questões sobre a segurança e o apoio aos estudantes. Num dos incidentes, uma auxiliar foi agredida ao tentar separar duas alunas em confronto. No outro, um aluno com autismo foi brutalmente agredido, enquanto colegas se limitaram a filmar o ataque, sem qualquer intervenção de professores, auxiliares ou mesmo de outros alunos.

A situação causou grande repercussão e levou a Associação de Pais do Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo a emitir um comunicado nas redes sociais, onde expressaram apoio às vítimas e exigiram medidas imediatas para prevenir novas situações semelhantes.

No comunicado, a Associação destacou a dupla vulnerabilidade das vítimas: a agressão física e a exposição pública nas redes sociais, que agrava o impacto psicológico sobre os jovens e as suas famílias. Os pais apelaram ainda a toda a comunidade – vertente política – para evitar transformar o caso numa disputa política, pedindo, em vez disso, uma reflexão coletiva sobre o papel de todos na mudança do sistema escolar. “Violência gera violência. Não podemos ficar de braços cruzados”, enfatizou o documento.

A Associação de Pais também anunciou que trabalha para implementar soluções que promovam a integração e o desenvolvimento de todos os jovens envolvidos, sejam vítimas ou agressores. A ideia é não apenas lidar com os casos de ‘bullying’ e ‘cyberbullying’, mas também prevenir novas manifestações de violência.

Os dois casos revisitam a necessidade urgente de reforçar a segurança e os recursos nas escolas, garantindo que situações como estas não se repitam. O apelo por medidas eficazes e apoio às vítimas ecoa não apenas entre os pais, mas em toda a comunidade escolar.

O Diário do Distrito também tentou contacto com o Agrupamento de Escola Fragata do Tejo e GNR para mais esclarecimentos, mas por ser fim de semana, não obtivemos ainda qualquer resposta das entidades.


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fertagus

palmela
palmela

13 Comentários

  1. Não se trata de etnia,ou cor ou seja o que for,trata se de educação,ou neste caso de falta dela,falta de respeito pelo outro,falta de civismo e nesses casos não é uma mera suspensão porque sabem o que estão a fazer e a lei devia ser mais severa não se admite assim como não se admite estarem a filmar são tão culpados como o que prática e ainda a dar canal a tamanha estupidez praticada por tamanho …… Nem vale a pena senão sou bloqueado censurado por ser simpático……

  2. Castigo??? Isso é crime! Bando de bandido!
    Devem aprender isso em casa. Deveria eé ir todos presos

  3. Acreditem não é só nessa escola.
    Na escola do meu filho abafam tudo e mais alguma coisa é as escolas públicas que temos .
    Meu filho já passou por isso por ser gordinho e quando ele se revoltou passou a ser o mau da fita porque não se tinha de defender e sim ir fazer queixa na direção .
    Aos meus filhos sempre disse não te metas com ninguém mas quando vierem para cima de ti parte para cima .
    Já agora iam ser sacos de pancada as auxiliares nada fazem tem medo deles lá dentro e os que lê possa acontecer cá fora e mais não digo

  4. Como é que as crianças podem ter boas atitudes se os adultos não as têm.
    Deviam ter vergonha do que escrevem.
    Porque um miúdo bateu no colega têm de ser marginal.
    Tenham vergonha

  5. Esto aconteceu porque o nosso governo quer e é uma vergonha ,á grande Salazar

  6. Mera curiosidade, mas, qual é a etnia do agressor?

    1. Vitor Trindade cigano, porquê? A questão da etnia só vem há baila pela treta de sempre, sejam ciganos ou não a lei têm que ser aplicada de igual forma para toda a população e não ficarem impunes porque são ciganos, há boas e más pessoas em todas as etnias ou raças e essa questão nunca deveria ser o ponto fulcral para debater as situações, este miúdo agride de forma selvagem outra pessoa porque é essa a aprendizagem que recebe no seu seio familiar e esses é que deviam ser responsabilizados.

  7. O castigo deveria ser aplicado com a colaboração e consentimento dos pais. Não é expulsar da escola. Isso é o que querem, não ir à escola e ficar em casa a jogar ou com telemóvel.

    1. Paula Pereira sim, com este tipo de personalidades, é o que querem mesmo. Acredito também que estas crianças/jovens, também não terão pais, a agir como o sendo 😪

  8. Quando é que se começa a pensar na segurança a sério nas escolas.
    Todos os departamentos públicos têm seguranças e alguns até policia e estão lá meia duzia de pessoas a ser atendidas.
    Agora uma escola onde tem cerca de mil pessoas diariamente. Algumas mais e a segurança quem garante são as auxiliares que estão a fazer a vigilância muitas sem preparação em gestão de conflitos. E quando se chama a policia segura já o conflito passou. Que tal pôr alguém fardado dentro das escolas para haver um pouco de respeito por quem lá está.
    Fica a informação a quem de direito.

    1. Esmeralda Anacleto eu faço os dois papeis 💪💪💪💪e ainda assim sou criticada por colegas, para n intrometer-me

  9. Está tudo doido ,castigo para os que bateram e castigo para os outros que estavam a filmar e nada fizeram ,e de uma extrema covardia ..