Opinião

Uma série da Netflix

Uma opinião da inteira responsabilidade do seu interveniente

O dossier TAP, a empresa foi privatizada, e bem, por um governo do PSD, á época liderado por Pedro Passos Coelho. Com a saída do Estado, o contribuinte ficou liberto de todos e quaisquer encargos, e de possíveis riscos a médio prazo.

Depois do ataque palaciano no Largo do Rato, Costa e os herdeiros de Sócrates, livram-se de António José Seguro, no entanto, perdem as eleições, o PSD é o partido mais votado em 2015, mas é impedido de governar, no maior golpe de estado do Portugal democrático, que ficou conhecido como “geringonça”, composto por PS no governo, mas com o apoio no hemiciclo de CDU e BE, e que nos trouxeram até aqui…

Os portugueses não se esqueceram, foi um governo PS, com o apoio de CDU e BE, que somente por questões de ideologia de esquerda radical, forçaram a renacionalização da TAP, não adianta agora, a extrema esquerda tentar assobiar para o lado, CDU e BE, são tão responsáveis pelo filme de terror TAP, como o Governo do PS. Consumado o saneamento do privado, a empresa, está hoje pelas ruas da amargura, com o acionista Estado, e depois de um investimento 3.200,000€, de impostos dos contribuintes, derretidos por um Ministro Marxista, Pedro Nuno Santos.

A reunião secreta com a CEO da TAP, um dia antes da audição parlamentar, além de eticamente e politicamente reprovávis, a tentativa de condicionamento de Christine Ourmières-Widener, são um verdadeiro atentado, ao tão aclamado pela esquerda, de espírito republicano. Alguém com o passado de Galamba, com este novo episódio, só tem uma saída, a sua demissão.

O que aconteceu foi grave, e começam a faltar argumentos perante o país, para que Marcelo consiga continuar a segurar Costa. É caso para afirmar que Sócrates deixou o PS, mas o PS nunca deixou Sócrates, através dos seus herdeiros, discípulos das suas práticas.

O país tomou conhecimento através desta comissão de inquérito, que foi Alexandra Reis, que de forma intransigente, proibiu qualquer fornecimento ou parceria, com a empresa do marido de Christine Ourmières-Widener. E que por esse motivo, quando confrontada com a questão de que a renúncia ao cargo de gestor público não dá direito a indemnização, Alexandra Reis responde: “Eu não renunciei de livre vontade.” e acrescenta que renunciou ao cargo após um acordo prévio com Administração da TAP, não tendo sido, por isso, uma decisão individual e unilateral!

Ou seja: Quiseram-me afastar porque estava a ser incómoda, não quiseram demitir-me para não causar escândalo nos media e fragilizar a TAP e o Governo. Conseguiram inclusive, que saísse no seu entender de forma “digna”, e silenciada, até esta comissão de inquérito.

Como em qualquer organização, o líder, tem sempre que assumir a responsabilidade pelas práticas dos seus colaboradores, Galamba (o mentor), Medina (com conhecimento) e Ana Catarina Martins presentes na reunião secreta, contribuíram com mais esta inacreditável prática, digna de uma série da Netflix, para a falência total da democracia, e Costa, é o único responsável, por incompetência própria.

No país, já ninguém acredita nos supracitados, Galamba faz inclusive o pleno, indo ainda mais longe no escândalo, ao afirmar que a reunião secreta, afinal foi ideia de Christine Ourmières-Widener, numa afirmação á lá Sócrates, mas alguém acredita nisso!

Votos de uma Feliz e Santa Páscoa, a toda a equipa do Diário do Distrito, e ao seu bem mais precioso, os seus/meus leitores, um bem hajam.

João Garrett Condelipes, vice-presidente do PSD de Alcochete, e membro da Comissão Política Permanente, Distrital do PSD de Setúbal.


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