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Seixal mobiliza 122 voluntários para a reflorestação de área ardida no Dia da Floresta Autóctone

No Parque Metropolitano da Biodiversidade, plantaram-se 100 pinheiros-mansos para reforçar a regeneração pós-incêndio.

Reflorestação no Seixal reforça biodiversidade

No dia 23 de novembro, a Câmara Municipal do Seixal reuniu 122 participantes na ação de reflorestação junto ao Parque Metropolitano da Biodiversidade, para celebrar o Dia da Floresta Autóctone. A iniciativa marcou-se pela plantação de 100 pinheiros-mansos, pela criação e melhoria de caldeiras para árvores espontâneas e pela remoção de espécies invasoras, acelerando a regeneração da zona afetada pelo grande incêndio do verão de 2024.

A área intervencionada ficara muito danificada pelo incêndio de setembro de 2024. A reflorestação não serviu apenas para repor árvores: pretendeu igualmente sensibilizar a comunidade para os riscos dos fogos e mostrar a resiliência da natureza. As árvores plantadas e os trabalhos de manutenção (rega, estacas, caldeiras) ajudam a consolidar a recuperação ecológica.

Embora o foco desta ação tenha sido nos 100 pinheiros-mansos, o plano de reflorestação do Seixal também já previa a plantação de outras espécies nativas, como medronheiros e murtas. Essas árvores autóctones são fundamentais para a biodiversidade local, pois estão adaptadas ao solo e clima, ajudam a reter água e promovem a captura de carbono.

Presidente Paulo Silva esteve presente

A iniciativa contou com voluntários de várias faixas etárias: jovens, famílias e associações locais, incluindo escuteiros. Por outro lado, estiveram presentes figuras da Câmara Municipal, como o presidente Paulo Silva.

A ação de reflorestação integra os esforços do Seixal em alinhamento com a Agenda 2030 das Nações Unidas. Contribui também diretamente para três ODS:

  • ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis.
  • ODS 13: Ação Climática.
  • ODS 15: Vida Terrestre.

Importância do Dia da Floresta Autóctone

O Dia da Floresta Autóctone, celebrado a 23 de novembro, surgiu para promover a plantação de espécies nativas e alertar para a sua importância ecológica. As condições climáticas de novembro – temperaturas mais amenas e solo mais húmido, por exemplo – favorecem a sobrevivência das árvores recém-plantadas.

Além do impacto imediato da plantação, a ação deixa um legado duradouro. Ou seja, fortalece a vegetação autóctone local, ajuda a evitar erosão, promove a biodiversidade e reforça a consciencialização ambiental entre a população. A presença regular da comunidade nestas ações reforça igualmente o sentido de pertença e responsabilidade ecológica.


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