Política

Rita Matias desafia Jornal Polígrafo e ‘esquerda-caviar’ sobre crianças sem lugar em creches públicas

Deputada Rita Matias lança dois desafios

A deputada do Chega, Rita Matias, usou as redes sociais para divulgar dois vídeos abordando o tema das crianças que entraram e das que ficaram sem vagas em estabelecimentos de ensino pré-escolar.

O Jornal de Notícias avança que «milhares de crianças estarão em lista de espera sem vaga num jardim de infância público. Os nomes dos admitidos já foram afixados e o presidente do Conselho das Escolas aponta o exemplo: do seu agrupamento, em Sintra, ficaram de fora 96 crianças. No concelho, revelou António Castel-Branco, 2320 aguardam colocação.»

As listas dos nomes de alunos para o próximo ano lectivo foram publicadas esta semana em várias escolas e André Ventura levou o assunto ao Parlamento e partilhou o momento, com o seguinte comentário «Numa escola em Lisboa, encontrar um nome português é uma verdadeira missão impossível. Agradeçam ao PS e ao PSD pela enorme bandalheira em que deixaram o nosso país!».

Rita Matias pegou no tema ontem, com um vídeo onde enumera uma lista de nomes de origem não portuguesa numa escola em Lisboa, e avança que tem «recebido centenas de mensagens de pais a dizer que não conseguem vagas para os seus filhos» e desafia «agora venha de lá o Jornal Polígrafo dizer que é mentira que os imigrantes não estão a passar à frente dos portugueses na admissão para o próximo ano lectivo».

Já esta sexta-feira, a deputada voltou ‘à carga’ e publicou um novo vídeo com o seguinte comentário: «99% dos ofendidos com a publicação anterior não precisou de perder o emprego para ficar a tomar conta do filho. Não precisou de se endividar para pagar uma creche privada para o filho. Os privilegiados de esquerda são uns moralistas do pior…»

Neste vídeo enumera uma lista de nomes tradicionalmente portugueses, «que não vêm em listas públicas e publicadas nas escolas. Sabem porquê? Porque não tiveram vagas.

São filhos de pais e mães que me contactaram, que escreveram para o nosso grupo parlamentar queixando-se que não conseguem, uma vez mais inscrever os seus filhos nas respostas públicas, sendo eles contribuintes portugueses, e descontando há décadas para o nosso país.»

Em novo desafio, Rita Matias afirma que «gostava de ver a esquerda caviar que aqui comenta muito indignada com a proteção de dados, preocupar-se com estas mães e pais que se vão desempregar para poder ficar a tomar conta dos filhos».


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fertagus

palmela

palmela

29 Comentários

  1. Os canhotos sempre a puxar para a desgraça do país.

  2. Os milhares nao sei, mas o pré escolar onde escrevi a minha filha entraram 12 crianças e ficaram à volta de 50 crianças em lista de espera. Estamos a falar de zona rural , que à 14 anos atrás tinha dificuldade em ter crianças para conseguir manter as 2 turmas abertas.
    E sim metade dos nomes que fazem parte das listas em nada parecem portugueses. Mas nada contra a esta situação pois a minha filha faz parte dos sortudos fica a receber amor dos avós para os pais poderem trabalhar!

    1. Inês Azenha não há prioridade para imigrantes

    2. Inês Azenha a falta de vagas já vem de longe como sabem mas votam em que não tem propostas para rsolver isso e depois queixam se?

      1. Ricardo Miguel nao me estava a queixar se ler bem até reforcei que a minha filha é uma sortuda por nao ter vaga. So estava a relatar a minha realidade. Em nada falei de política….

    3. Inês Azenha está a reforçar a ideia, de que a parte rural do nosso país estava deserta( principalmente de crianças) e graças à imigração está a recompor-se.

      1. Arlete Marques nao estou a reforçar se na zona rural está com listas de espera de 50 crianças, em localidades com mais habitantes deve estar igual ou pior.

  3. Os critérios de prioridade são conhecidos, são 8, e nenhum deles inclui a nacionalidade da criança ou dos pais, esta miúda divulga com total impunidade informações falsas através de videos manhosos e os crentes vão atrás, depois mesmo que haja um desmentido, atacam os média e o polígrafo dizendo que propagam informação falsa.
    Não há pachorra para esta gente

    1. Marco Oliveira e a esquerda caviar comentou

    2. Marco Oliveira informe se e não diga asneiras , não precisa ir para Lisboa é a nivel nacional e conheco diversos casos! As vagas para a integração estao la prejudicando imensos portugueses!

      1. Marco Oliveira não tem filhos nem conhecimento da realidade, fique com os papéis