O projeto foi acompanhado de uma planta preliminar, que poderá ter ajustes posteriores.
A zona ribeirinha é um território com muitos constrangimentos face aos proprietários privados, à APA e Porto de Lisboa. Na sua proposta, o vereador social-democrata defende “conciliar todos os interesses”, cujos custos “serão suportados pelos investidores”.
Câmara define o planeamento
Pedro Vieira revelou que a CCDR de Lisboa e Vale do Tejo já “foi informada do projeto e ficou muito animada” e destaca “a Câmara terá um papel fundamental e será quem define o planeamento”.
Nuno Valente, vereador do Chega, adiantou “vamos ser parte da resolução” e apesar de “ser uma planta preliminar já chega da cidade estar virada para dentro”. A proposta foi aprovada por unanimidade.
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