A proposta de resolução política do 22.º Congresso Nacional do PCP, realizada em Almada, foi aprovada sem votos contra e com apenas quatro abstenções. O documento, debatido internamente pelos militantes, reforça a aposta numa candidatura própria às presidenciais de 2026 e critica duramente a atuação política do PS e PSD.
Na reta final do congresso, antes do discurso de encerramento do secretário-geral Paulo Raimundo, os cerca de mil delegados comunistas votaram de braço no ar para aprovar o documento que defende a necessidade de rutura com a política de direita e a afirmação de uma alternativa patriótica e de esquerda.
Desde o último congresso, em 2020, o partido reconhece uma redução da influência eleitoral, mas aponta para a hostilidade e menorização que enfrenta. O texto aprovado sublinha a crítica ao PS, PSD e outros partidos que, segundo o PCP, convergem na defesa do grande capital. O partido denúncia também o que considera ser uma estratégia demagógica de forças reacionárias como Chega e Iniciativa Liberal, além de acusar o atual Governo de demissionismo político perante os desafios do país.
Com esta resolução, o PCP reafirma-se como força de oposição e reforça o compromisso com o regime democrático e a construção de uma alternativa política sólida.
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