Recebeu um SMS da Proteção Civil? Saiba porque chegou ao seu telemóvel.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil enviou esta quinta-feira uma mensagem de alerta para milhares de telemóveis devido ao calor extremo e ao elevado risco de incêndio. O aviso é gratuito, automático e dirigido apenas às pessoas que se encontram nas zonas afetadas.
Milhares de pessoas receberam esta quinta-feira uma mensagem da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a alertar para as temperaturas extremas e para o agravamento do risco de incêndios nos próximos dias.
O SMS, enviado com o remetente AvisoPROCIV, integra o sistema nacional de alerta à população e pretende informar os cidadãos sobre situações de risco elevado, indicando igualmente medidas de autoproteção, como evitar o uso de fogo e adotar cuidados adicionais durante o período de calor intenso.
O envio da mensagem surge numa altura em que o Governo decretou a situação de alerta para todo o território continental, em vigor entre sexta-feira e segunda-feira, devido às previsões de temperaturas muito elevadas e ao aumento do perigo de incêndio rural. Em simultâneo, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou grande parte do continente sob aviso vermelho.
Segundo a Proteção Civil, estas mensagens são enviadas apenas às pessoas que se encontram, no momento da emissão, nas áreas abrangidas pelo risco. Quem estiver fora dessas zonas não recebe o alerta. O sistema inclui também cidadãos estrangeiros em roaming, que recebem a informação em português e inglês.
O serviço é gratuito e não exige qualquer inscrição por parte dos utilizadores. Embora seja possível solicitar a desativação deste tipo de avisos, a ANEPC desaconselha essa opção, considerando que se trata de uma ferramenta essencial para a proteção da população em situações excecionais.
As mensagens são enviadas pelas operadoras de telecomunicações a pedido da Proteção Civil, mantendo sempre o remetente AvisoPROCIV. As autoridades alertam ainda que eventuais mensagens semelhantes com outros remetentes devem ser ignoradas, por não fazerem parte do sistema oficial de avisos à população.
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