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Quinta do Conde condena agressão a militares e agente

Violência contra militares em fiscalização rodoviária na Quinta do Conde.

O caso teve lugar por volta das 22h00 de quarta-feira, 24 de junho, na Avenida 1.º de Maio, na Quinta do Conde. Segundo fonte oficial da GNR citada pela imprensa nacional, dois militares do posto local mandaram parar uma viatura para uma fiscalização rodoviária aleatória. 

Segundo o mesmo relato, o condutor revelou forte nervosismo e, ao ser informado de que o veículo apresentava diversas infrações passíveis de autos de contraordenação, contactou vários familiares. Em poucos minutos juntaram-se no local os pais, a irmã, o namorado desta e outros parentes, num grupo de oito pessoas da mesma família. 

A agressão foi conjunta. Um agente da PSP que se encontrava fora de serviço e passava no local procurou auxiliar os colegas, acabando também por ser atacado. Os três necessitaram de assistência médica. Apesar da violência da abordagem, as autoridades efetuaram quatro detenções, três homens e uma mulher com idades entre os 22 e os 53 anos, que seriam presentes a tribunal. A investigação prossegue para apurar todas as circunstâncias do crime.

Foi neste contexto que a Junta de Freguesia da Quinta do Conde veio a público condenar o sucedido. No documento divulgado a 26 de junho nas redes sociais, o executivo classifica a violência contra elementos das forças de segurança no exercício das suas funções como inaceitável e como uma afronta grave à autoridade do Estado, ao cumprimento da lei e aos princípios do Estado de direito.

A autarquia dirige ainda uma palavra de solidariedade aos militares e ao agente agredidos, a quem deseja uma recuperação rápida e plena, sublinhando o profissionalismo, a dedicação e o sentido de missão com que estes profissionais servem diariamente a comunidade.

A Junta faz questão de demarcar a freguesia do sucedido, afirmando que o episódio não traduz a identidade nem os valores de uma comunidade que assenta no respeito, na cidadania, na solidariedade e na responsabilidade cívica. O texto reafirma o reconhecimento pelo trabalho da GNR e da PSP e apela à defesa do Estado de direito, das instituições democráticas e da convivência cívica como uma responsabilidade partilhada por todos.


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