Prisão preventiva no ataque à Marcha pela Vida
O homem suspeito de lançar um cocktail molotov contra a Marcha pela Vida, em Lisboa, ficou em prisão preventiva, após decisão do tribunal esta quinta-feira.

O suspeito de ter lançado um engenho incendiário contra participantes da Marcha pela Vida, realizada em março, em Lisboa, vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa prevista na lei.
A decisão foi tomada pelo Tribunal Central de Instrução Criminal, após o homem, de 39 anos, ter sido detido pela Polícia Judiciária no âmbito de uma investigação que aponta para a eventual prática de infrações terroristas.
Além disso, o processo inclui suspeitas relacionadas com posse de arma proibida, incêndio, explosão e outras condutas especialmente perigosas, bem como ofensas à integridade física.
O caso remonta a março, quando o suspeito terá arremessado um cocktail molotov durante a iniciativa que decorreu junto à Assembleia da República, um episódio que gerou preocupação e levou à abertura de investigação criminal.
A detenção ocorreu na quarta-feira e culminou agora com a aplicação da medida de coação mais severa, enquanto o processo continua a ser investigado pelas autoridades competentes.
Se tiver sugestões ou notícias para partilhar com o Diário do Distrito, pode enviá-las para o endereço de email geral@diariodistrito.pt
Sabia que o Diário do Distrito também já está no Telegram? Subscreva o canal.
Já viu os nossos novos vídeos/reportagens em parceria com a CNN no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!
Siga-nos na nossa página no Facebook! Veja os diretos que realizamos no seu distrito








