Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, reage a diligência da Polícia Judiciária
A responsável afirma que a autarquia colaborou com as autoridades e acusa a divulgação de informação falsa sobre uma eventual constituição como arguida.
Confirmação de Maria das Dores Meira sobre a diligência da Polícia Judiciária na Câmara de Setúbal
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal confirmou que a Polícia Judiciária esteve nas instalações do município para solicitar documentação relacionada com vários assuntos. A situação ocorreu no âmbito de diligências decorrentes de denúncias anónimas, sendo que a própria garantiu total disponibilidade para colaborar com as autoridades.
Numa publicação divulgada nas redes sociais, Maria das Dores Meira refere que a presença da Polícia Judiciária corresponde a um procedimento que considera normal e esperado, sublinhando que este tipo de diligências não visa acusar pessoas, mas sim apurar factos e reunir prova no âmbito de processos em curso.
“Perante denúncias anónimas…”
Segundo a autarca, a Polícia Judiciária atua de acordo com os procedimentos normais após a existência de denúncias e não deve haver a interpretação de uma acusação. “Perante denúncias anónimas que foram feitas, trata-se de um procedimento policial absolutamente esperado“, afirmou, sublinhando que “as diligências processuais não servem para acusar pessoas, mas para apurar a prova”.
Maria das Dores Meira considera igualmente que, face à polémica gerada, seria estranho que as autoridades não solicitassem acesso à documentação municipal. “Depois de todo o folclore criado, estranho seria se as autoridades não pedissem acesso aos documentos e não pudessem fazer a verificação de tudo”, destacou.
Críticas a notícia sobre eventual constituição como arguida
Por outro lado, na mesma publicação, a presidente rejeita a informação divulgada numa notícia que afirmava que estaria “mais perto de ser constituída arguida”. A responsável do município classifica essa informação como sendo falsa.
“Uma senhora que se intitula ‘jornalista’ transforma uma diligência processual numa fake news especulativa“, escreveu, referindo que a própria Polícia Judiciária terá desmentido essa possibilidade. De acordo com a autarca, a Polícia Judiciária informou que “não está previsto que a presidente do município, Maria das Dores Meira, seja constituída arguida”.
“Que a verdade seja reposta com calma e transparência”
A responsável da Câmara acusa ainda a autora da notícia de recorrer a títulos especulativos e de já ter publicado anteriormente outras peças com enfoque semelhante sobre a sua atuação enquanto responsável autárquica.
Por fim, Maria das Dores Meira conclui com um apelo à estabilidade política no concelho, defendendo que Setúbal necessita de um clima de tranquilidade institucional. “Setúbal merece estabilidade e serenidade. Merece que nos deixem governar e que a verdade seja reposta com calma e transparência“, concluiu.
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