
Sou mandatária de António Filipe porque acredito na candidatura que defende os valores de Abril, a Constituição, os trabalhadores e o povo português, assumindo um compromisso claro com a democracia, a justiça social e a soberania nacional.
O Presidente da República é o Chefe de Estado. Assim, nos termos da Constituição, ele “representa a República Portuguesa”, “garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas”.
Como garante do regular funcionamento das instituições democráticas tem como especial incumbência a de, nos termos do juramento que presta no seu ato de posse, “defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa”. Esta candidatura apresenta-se como o garante dos direitos fundamentais, nomeadamente os direitos dos trabalhadores, habitação, saúde e educação.
Define-se como uma candidatura “inequívoca e orgulhosamente de esquerda”, visando unir democratas que rejeitam a hegemonia da direita nos órgãos de soberania. Foca-se na valorização do trabalho e no apoio a quem trabalha.
Portugal vive hoje momentos conturbados com desigualdades enormes entre uma larga maioria que vive com salários muito baixos em contrapartida uma minoria com elevados padrões de riqueza.
Somos um país onde mais de 2 milhões de trabalhadores recebem menos de 1000€, para fazer face aos aumentos brutais das despesas com habitação, o aumento do custo de vida, entre outros bens essenciais.
Sentimos a brutal degradação do SNS, sem precedentes, a desvalorização dos profissionais de saúde, uma concentração de serviços, desmantelando serviços essenciais.
Só no concelho do Barreiro, mais de 19 mil utentes encontram-se atualmente sem médico de família. A situação agrava-se com o encerramento de serviços essenciais: o Serviço de Cardiologia encerrou em fevereiro de 2024 e a Maternidade do Barreiro tem enfrentado fechos prolongados, obrigando grávidas a dar à luz em ambulâncias, em viaturas e até na via pública. Passaram muitos dias sem que esta urgência estivesse aberta e sem que bebés pudessem nascer no Barreiro.
Somam-se a estes episódios os constantes encerramentos pontuais noutros serviços do Hospital do Barreiro, reflexo de uma degradação progressiva que esgota os profissionais, empurra muitos para a exaustão e força outros a abandonar o SNS em busca de melhores condições de trabalho.
Há uma clara crise habitacional, escassez de oferta face à alta procura, resultando em preços proibitivos que superam os salários, gerando sobrelotação e dificultando o acesso à casa própria ou ao arrendamento acessível, com raízes em décadas de baixo investimento público, políticas insuficientes e fatores como turismo, gentrificação e o mercado especulativo, exacerbando a crise social e as desigualdades. Assiste-se a uma agenda de privatização da segurança social, da escola pública e de outros serviços essenciais, que são um insulto aos valores de abril
Por tudo isto a candidatura de António Filipe é a única que defende quem faz o País andar para a frente, quem semeia o nosso futuro. É aquela que cumpre um País com todos e para todos.
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