O Partido Ecologista “Os Verdes” exigiu ao Governo português a recusa absoluta da utilização da Base das Lajes, nos Açores, para ações militares fora do quadro da NATO, condenando simultaneamente os ataques dos Estados Unidos e Israel no Irão.
Num comunicado divulgado após o Conselho Nacional do partido, realizado no sábado, o PEV afirma que “os Verdes exigem da parte do Governo a recusa absoluta em compactuar com esta grave violação do direito internacional, desde logo, rejeitando a utilização da base das Lajes com vista a ações militares fora do quadro da NATO, ao arrepio dos acordos bilaterais de cooperação e defesa vigentes entre Portugal e EUA”.
Relativamente aos bombardeamentos dos EUA e Israel na capital do Irão, o partido considera que “este ato de agressão que terá atingido várias áreas da capital do Irão e que terá vitimado dezenas de civis e infraestruturas como escolas, merecem a mais forte condenação”.
No âmbito da política internacional, o PEV manifesta preocupação com “as pretensões da administração Trump” e lamenta a “figura triste do Governo PSD/CDS que ainda ponderou a sua presença como observador no Conselho da Paz do Presidente norte-americano”.
O partido também demonstra solidariedade com os países da América Latina, nomeadamente pela intervenção na Venezuela e a detenção de Nicolás Maduro, bem como pelo aumento do bloqueio económico a Cuba.
A nível nacional, o PEV lamenta as consequências das intempéries que afetaram o país no final de janeiro e início de fevereiro, salientando que ao longo dos anos tem alertado para os efeitos de fenómenos climatéricos extremos.
Para o partido, “à falta de ordenamento do território e de planeamento e à insegurança dos sistemas, juntou-se ainda a notória insuficiência da ação do Governo PSD/CDS”.
Nas matérias laborais, o PEV defende que os salários dos trabalhadores em empresas que recorram ao ‘lay-off’ simplificado sejam pagos a 100%, contrariando os dois terços estabelecidos no decreto do Governo atualmente sujeito a apreciação parlamentar. Propõe ainda que as empresas que recebam apoios públicos para retoma da atividade fiquem “proibidas de cessar contratos de trabalho, não só enquanto forem apoiadas, mas também durante um período alargado de tempo”.
O partido critica também a intenção do Governo de entregar ao setor privado os serviços ferroviários urbanos mais rentáveis da CP, incluindo Sintra/Azambuja, Cascais, Sado e Porto, e considera inaceitável o encerramento das urgências de obstetrícia e ginecologia do Hospital do Barreiro e do Hospital de Vila Franca de Xira.
Por fim, o PEV insiste nas críticas ao anteprojeto de reforma laboral apresentado pelo executivo.
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Ai PEV PEV, é mais PIVIA
Quem será. Está merda o PEV..exigir o quê ??? força AMÉRICA ISRAEL .fim deste regime assassinos de um povo que quer a sua liberdade
PEV ??? Quem são eles ???? Ninmguem os conhece …..
Mas estes partidos que questionam e “exigem” por acaso sabem o que são contratos????? Por acaso conhecem o direto??? Ahhhh, não, porque são da esquerda 😂😂😂😂 e para eles o que importa é fazerem barulho 😂😂😂
Mais uns comunas com retórica Putin.
Os Comunas sao sempre a mesma merda.