A ampliação do aterro de Palmela, no Ecoparque do concelho, é apontada como uma das respostas para garantir continuidade na deposição de resíduos urbanos na Península de Setúbal, de acordo com informação avançada pelo Público na edição de 12 de janeiro.
O tema ganha peso numa fase em que várias análises têm sinalizado pressão crescente sobre a capacidade instalada, defendendo mudanças mais rápidas na recolha seletiva e no desvio de resíduos de aterro.
Palmela é também um dos polos onde têm sido desenvolvidas infraestruturas associadas ao tratamento de resíduos orgânicos, com projetos de tratamento biológico e valorização de biorresíduos apontados como fundamentais para reduzir a dependência de aterro.
A Amarsul enquadra a operação dos aterros como solução técnica para resíduos indiferenciados e confirma a existência de dois aterros no Ecoparque de Palmela e no Ecoparque do Seixal, que servem a sua área de intervenção na Península de Setúbal.
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