Os vândalos da Climáximo

Escolho este título para falar sobre o que poucos têm a coragem de dizer pelo medo de serem rotulados.
Eu não tenho medo desses rótulos de uns putos mimados, que nem sequer sabem arrumar e limpar o quarto onde dormem, quanto mais querer mudar o mundo!
Estes vândalos, apoiados pela esquerda radicalista portuguesa, não fazem a menor ideia daquilo pelo que dizem estar a lutar, limitam-se a seguir o que alguém que lhes diz para fazer e lá vão, como cordeirinhos armados em ambientalistas.
Mas vejamos, esses vândalos (ou melhor, apanhados do clima), já começam mal, quando se apresentam em público com os cabelos pintados de várias cores, para o que usaram tintas altamente prejudiciais ao meio ambiente, senão vejamos um pequeno excerto de uma investigação sobre os materiais utilizados nas tintas de cabelo que aqui deixo: «A tinta de cabelo é prejudicial ao meio ambiente devido a substâncias químicas que poluem a água, devido a processos de produção insustentáveis. Os resíduos podem conter metais pesados que não são biodegradáveis.»
Ou seja, esses putos que façam como uma famosa tribo africana, da qual não me recordo agora o nome e que usam lama para pintar o cabelo, esse sim um produto 100% natural.
Passemos depois às farpelas de marca que eles tanto gostam de exibir, para mostrar que os papás e mamãs podem comprar aquelas roupinhas de marcas caríssimas, feitas com 70% de materiais provenientes de produtos petrolíferos, e confeccionadas numa qualquer cave com trabalho quase escravo de mulheres e crianças para as grandes marcas de moda.
A indústria do têxtil, só para que tenham uma pequena ideia, actualmente é das mais poluidoras do meio ambiente, não só na sua produção, que utiliza materiais como o elastano, poliéster, licra e nylon, tudo materiais provindos de combustíveis fósseis.
Uma vez que exigem o fim do uso destes materiais, está na hora desses vândalos da Climáximo começarem a vestir as folhas de outono que caem das árvores, como Adão e Eva!
Quanto aos telemóveis que eles não dispensam e dos quais querem sempre os de última geração, só porque não podem ficar atrás do amigo, se não o «coitadinho do menino» vai sofrer bullying e ser chamado de pobretanas.
Duvido que esses carneirinhos tenham alguma vez lido algo sobre o que compõe os seus iPhones de última geração, mas deixo aqui mais um excerto de vários materiais de que são feitos os telemóveis e da pegada carbónica que estes deixam no planeta:
«Plásticos e componente: Plásticos: Muitos dos plásticos usados em telemóveis são produzidos a partir de polímeros petroquímicos.
Metais: O fabrico de telemóveis requer metais como lítio e cobalto (usados nas baterias), cuja extração e processamento têm impactos ambientais e sociais significativos.
Emissões de carbono: Produção: As emissões de carbono associadas à produção de telemóveis são consideráveis e contribuem para a pegada de carbono total do dispositivo.
Ciclo de vida: O ciclo de vida curto dos telemóveis, que leva à sua substituição frequente, aumenta a necessidade de produção contínua, impulsionando as emissões carbónicas.»
Para terminar, deixo uma reflexão sobre a quantidade de toneladas necessárias para fazer uma bateria de lítio para um automóvel, cujo tempo estimado de duração é de cerca de 8 a 12 anos, dependendo da utilização do veículo, (recordo que um veículo a combustão tem uma durabilidade muito maior, e com as revisões, apropriadas, o veículo pode circular até 20 anos no mínimo!
Não sei precisar neste momento quantas toneladas de terra é necessário mover para o fabrico de uma bateria de lítio, porque os sites mais fidedignos não apresentam números, mas falam em toneladas, se alguém me conseguir elucidar, ficaria agradecido!
Reparem que as marcas de automóveis de luxo como a Ferrai e Lamborghini, se recusam para já a produzir veículos elétricos por falta de compradores, ou seja, empurram para o Zé Povinho esses modelos, mas eles próprios não querem esse tipo de veículos, porquê será?
Portanto, e para finalizar, a esses putos vândalos de obras de arte, de monumentos, edifícios históricos e outros actos de vandalismos que praticam, o meu conselho é: Não passem a vergonha que estão a passar ao falarem contra e de algo que não sabem!
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