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O Sol da Caparica fecha oficialmente o cartaz de 2026

Festival anuncia os últimos artistas confirmados e revela a programação completa dos palcos secundários para a edição de agosto.

Cartaz de O Sol da Caparica fica completo para a edição de 2026

O Festival O Sol da Caparica já tem fechado o cartaz da sua 11.ª edição, em 2026, marcada para os dias 13, 14, 15 e 16 de agosto, no Parque Urbano da Costa da Caparica. A organização confirmou Papillon, Calema, Mundo Segundo & Sam The Kid e Slow J como os últimos artistas a integrar a programação principal, completando um alinhamento que volta a reunir alguns dos maiores nomes da música lusófona.

As novidades foram apresentadas durante a conferência de imprensa oficial do festival, que serviu também para anunciar a Via Verde como parceira principal da edição de 2026. A marca passa a dar nome ao palco principal do evento, agora designado Palco Via Verde, enquanto o antigo palco secundário assume a designação de Palco Sagres.

A organização considera que esta edição apresenta um dos cartazes mais abrangentes da história do festival, reunindo artistas de diferentes gerações, estilos musicais e origens dentro do universo da música de expressão portuguesa.

Quatro novos nomes reforçam o palco principal

Papillon será o primeiro dos novos artistas a atuar, subindo ao Palco Via Verde no dia 13 de agosto. O músico consolidou o seu percurso como uma das vozes mais respeitadas do hip hop nacional, destacando-se, portanto, pela combinação entre rap, soul e uma forte componente emocional nas suas composições.

No dia 14 de agosto, será a vez dos Calema regressarem a um dos maiores festivais portugueses. A dupla formada pelos irmãos António e Fradique Mendes continua a somar sucessos e mantém uma forte ligação ao público lusófono em Portugal e além-fronteiras.

Por outro lado, a 15 de agosto, Mundo Segundo e Sam The Kid protagonizam um encontro de duas referências históricas do hip hop português. O espetáculo promete revisitar momentos marcantes de várias décadas de carreira e celebra o legado de ambos os artistas na evolução do género em Portugal.

O último anúncio de O Sol da Caparica para 2026 recaiu sobre Slow J, que sobe ao palco a 16 de agosto. Considerado um dos artistas mais influentes da música portuguesa contemporânea, o músico destaca-se pela capacidade de cruzar rap, soul, R&B e música eletrónica numa identidade artística própria.

Palco Sagres aposta na cultura DJ

Além dos concertos principais, a organização revelou a programação completa do Palco Sagres, que reforça a aposta nas tendências musicais que atualmente dominam festivais e pistas de dança.

Ao longo dos quatro dias, o espaço receberá artistas ligados ao afro-house, funk brasileiro, música urbana e eletrónica. Entre os nomes anunciados encontram-se, por exemplo, Kiko is Hot, DJ Diego Gonzalez, Más Influências, Dr. Love e Zanova, que se juntam a vários outros DJs e projetos musicais.

A programação distribui-se pelos quatro dias do festival e pretende complementar a oferta musical do recinto, proporcionando experiências direcionadas para públicos com gostos diversificados.

A edição de 2026 contará igualmente com o Palco Jazzy, dedicado à dança e à animação. O espaço receberá diariamente diferentes espetáculos interpretados por bailarinos especializados em dança urbana.

Festival continua a afirmar-se como referência nacional

Ademais, a organização preparou atuações inspiradas em sonoridades afro, brasileiras e hip hop, além de performances desenvolvidas a partir do universo artístico de alguns dos músicos presentes no cartaz. O objetivo passa por alargar a experiência do festival para além dos concertos, criando, dessa forma, momentos de interação e entretenimento ao longo de todo o dia.

Para a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, O Sol da Caparica representa um importante instrumento de promoção cultural e económica do concelho. A autarca destaca o impacto do evento na dinamização do comércio local, na atração de visitantes e na projeção de Almada como um dos principais polos culturais do país.

Reconhecido como o maior festival dedicado à música lusófona, O Sol da Caparica mantém a sua aposta na diversidade musical e na convivência entre diferentes gerações, reunindo no mesmo espaço artistas consagrados, novos talentos, música popular portuguesa, fado, hip hop e tendências urbanas. Além disso, a localização junto à praia continua a ser um dos fatores distintivos do festival, permitindo ao público juntar concertos, lazer, gastronomia e campismo durante os quatro dias do evento.


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