
organização da Manchester Pride — responsável por um dos maiores eventos LGBTQ+ da Europa – revelou que enfrenta dívidas superiores a £1,3 milhões, o equivalente a aproximadamente €1,48 milhões . A crise financeira deixou centenas de fornecedores e artistas sem pagamento, incluindo a cantora Nelly Furtado, que surge entre os principais credores.
Nelly Furtado entre os principais lesados
A artista canadiana-portuguesa tem a receber £145.775,75 – cerca de €165.000 – referentes à sua atuação e serviços associados ao evento. Este valor coloca-a entre os nomes mais diretamente prejudicados pela falência da organização. No total, foram identificados mais de 180 credores, entre empresas, profissionais independentes e artistas internacionais.
O que levou ao colapso
De acordo com o relatório apresentado pelos administradores de insolvência, a Manchester Pride entrou em liquidação voluntária após verificar que já não era “financeiramente viável”. Entre as causas apontadas estão:
- Queda na venda de bilhetes;
- Aumento dos custos de produção;
- Falhado projeto EuroPride, que agravou a situação financeira;
- Dificuldade em manter negociações com potenciais patrocinadores.
A organização reconheceu que demorou a comunicar com fornecedores e artistas, justificando que não queria prejudicar eventuais acordos em negociação.
Efeito dominó para artistas e fornecedores
O cancelamento das liquidações deixou em suspenso pagamentos a:
- Empresas de som e luz;
- Equipas de segurança;
- Casas de espetáculo;
- Serviços de emergência;
- Produtoras e agentes artísticos.
A presença de Nelly Furtado na lista de credores destaca a dimensão e gravidade da situação, demonstrando que não se tratou apenas de fornecedores locais de pequeno porte, mas também de artistas de renome internacional.
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