A decisão surge após a constatação de que a perícia psiquiátrica da acusada não foi realizada no julgamento anterior, comprometendo a avaliação completa dos factos.
A 20 de dezembro de 2022,Maria Ramos perdeu a cabeça com os maus tratos do filho e acabou por perder a cabeça e matá-lo com sete facadas, a homicida foi condenada pelo Tribunal de Almada, tendo o caso causado grande comoção na Moita, pois a mulher já se havia queixado aos vizinhos e autoridades sobre o estado de maus tratos que passava em casa com o Diogo Cruz.
Durante o julgamento, foi alegado que a acusada era mal tratada pelo filho e por isso “ou ela, ou ele é que ficavam vivos”.
A defesa de Maria Ramos sempre argumentou que a mulher não teria muito tempo para aguentar a situação de ‘stress’ que vivia diariamente.
Agora chegado o processo à Relação de Lisboa, os juízes querem repetição do julgamento por faltar a perícia psiquiátrica à condenada, o que deverá trazer à tona novos testemunhos e provas que não foram considerados anteriormente.
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