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Moita: fecho do aterro do Seixal “não pode ser pretexto” para Palmela ser “caixote do lixo do distrito”

O presidente da Câmara Municipal da Moita, Carlos Edgar Rodrigues Sá Albino, defendeu que o encerramento previsto do aterro do Seixal, em 2028, não deve servir para desviar a pressão da deposição de resíduos para Palmela.

O presidente da Câmara Municipal da Moita, Carlos Albino, afirmou que o encerramento do aterro do Seixal “não pode ser pretexto para tornar Palmela no caixote do lixo do distrito”.

A declaração foi destacada numa publicação do Público no Facebook, que dá conta de que a Amarsul já comunicou aos municípios o cenário de fecho do aterro do Seixal em 2028 e a intenção de ampliação do aterro de Palmela.

A Amarsul é a entidade responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos urbanos de nove municípios da Península de Setúbal, entre os quais Moita, Seixal e Palmela, e indica que opera dois aterros, instalados nos ecoparques de Palmela e do Seixal.

De acordo com informação institucional da empresa, estes dois aterros recebem anualmente cerca de 440 mil toneladas de resíduos provenientes da sua área de intervenção, que abrange uma população na ordem das 800 mil pessoas.

Sem detalhar medidas alternativas, o autarca da Moita deixa, com estas declarações, um aviso político: a transição associada ao fim de vida do aterro do Seixal não deverá resultar num simples “transporte” do problema para outro concelho, defendendo uma solução regional que evite que Palmela concentre a resposta para a deposição final de resíduos.


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