
A moção de censura ao Governo do PSD/CDS-PP, apresentada esta sexta-feira pelo Chega, foi rejeitada na Assembleia da República. O PCP optou pela abstenção, enquanto o partido proponente votou a favor.
Os partidos PSD, CDS-PP, PS, IL, BE, Livre e PAN manifestaram-se contra a iniciativa. O deputado não inscrito Miguel Arruda, anteriormente ligado ao Chega, votou a favor.
A moção, sob o título “Pelo fim de um Governo sem integridade, liderado por um primeiro-ministro sob suspeita grave”, foi motivada pela situação de uma empresa da qual Luís Montenegro foi sócio até junho de 2022 e que atualmente pertence à sua esposa e filhos.
Durante o debate parlamentar, os restantes partidos criticaram o Chega, alegando que a moção de censura tinha como objetivo desviar a atenção das controvérsias envolvendo elementos do partido.
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