Militares da GNR enfrentam “crise de papel”: falta de bens básicos nos postos em Lisboa

Militares do Comando Territorial da GNR em Lisboa denunciaram uma situação insólita e preocupante: a falta de bens básicos, como papel higiénico e tinteiros, dificulta as atividades diárias nos postos. Em alguns casos, os militares afirmam ter sido obrigados a levar papel higiénico de casa, uma realidade que reflete problemas na gestão de recursos.
As denúncias, inicialmente divulgadas pelo Correio da Manhã, apontam que, além do papel higiénico, também faltam tinteiros para impressoras, materiais imprescindíveis para formalizar queixas e relatórios. Esta situação tem gerado desconforto e críticas entre os militares que, para além de enfrentar desafios diários no terreno, deparam-se agora com condições mínimas de trabalho comprometidas.
Confrontado pelo jornal, o Comando-Geral da GNR reconheceu as falhas e explicou que a carência de materiais está associada ao início do novo ano económico, período em que é necessário renovar os processos de aquisição de bens. Contudo, esta não é uma situação inédita, já que dificuldades semelhantes são registadas em anos anteriores, sempre associadas à renovação de contratos administrativos.
Os militares esperam que esta situação seja rapidamente resolvida, sublinhando que a falta de condições básicas prejudica não só o seu desempenho como também o serviço prestado à população.
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Podiam ir á AR buscar, mas não devem ter, fazem muita m€**a naqueles lados!! 🫢