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Metropolitano de Lisboa fecha acordo histórico com sindicatos até 2030

O Metropolitano de Lisboa e os sindicatos chegaram a acordo para novas condições laborais, que incluem aumento do subsídio de refeição e redução de horários.

O Metropolitano de Lisboa e a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS) assinaram um novo Acordo de Empresa (AE) que vai vigorar até 31 de dezembro de 2030 que contempla ganhos efetivos para os trabalhadores sem perda de direitos.

Segundo comunicado da FECTRANS, o entendimento alcançado na passada sexta-feira introduz novas regras laborais no subsolo, com a fixação de 37 horas e 30 minutos como limite máximo semanal de trabalho, garantindo assim horários mais reduzidos para quem desempenha funções abaixo da superfície.

Outro dos pontos centrais do acordo é o aumento progressivo do subsídio de refeição, que passa para 11 euros até novembro e sobe para 12 euros a partir desse mês, representando uma reivindicação antiga dos trabalhadores.

O documento tinha sido aprovado em plenário no dia 24 de setembro e segue agora para publicação oficial, selando o fim de um processo negocial marcado por plenários e greves nos últimos meses, devido à ausência de entendimento entre os sindicatos e a administração.

Para a FECTRANS, este acordo significa o encerramento de um ciclo: “Encerramos este capítulo com ganhos reais para todos os trabalhadores, sem retirar quaisquer direitos”, sublinhou a estrutura sindical em comunicado.


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