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MAIS reage com firmeza à CDU e esclarece vitória na Assembleia Municipal de Sines

O Movimento MAIS veio a público esclarecer as críticas da CDU sobre a eleição da Mesa da Assembleia Municipal, garantindo que o processo foi legítimo, democrático e respeitador da vontade dos sineenses.

O Movimento MAIS quebrou o silêncio político em Sines, após o comunicado da CDU, e veio repor o que considera ser “a verdade dos factos” sobre a eleição da Mesa da Assembleia Municipal e dos órgãos da Freguesia de Sines.

Num comunicado enviado para as redes sociais — nova era dos partidos políticos em informar primeiro as redes sociais do que os jornais, o MAIS afirma que o momento é de união e trabalho, mas considera inaceitável o que chama de “afirmações incorretas” divulgadas pela CDU. “Concluído o processo eleitoral, é tempo de ultrapassar divergências e começar a trabalhar por Sines”, começa por referir o movimento.

Segundo o documento, o MAIS, segunda força política mais votada nas eleições autárquicas de 12 de outubro, esperava ser chamado a dialogar sobre soluções estáveis para a governação local. Contudo, garante que a CDU não tomou qualquer iniciativa de diálogo, optando antes por procurar entendimento com o Partido Socialista, “através da oferta de pelouros à respetiva vereadora”, o que, no entendimento do movimento, “não respeita a vontade popular”.

O comunicado esclarece ainda que, no caso da Junta de Freguesia de Sines, a proposta de integração de um elemento do MAIS no executivo surgiu apenas horas antes da tomada de posse, inviabilizando qualquer discussão interna. A falta de entendimento acabou por adiar a instalação dos órgãos da Freguesia, que só aconteceria a 6 de novembro, na segunda tentativa.

Já no que respeita à Assembleia Municipal, o MAIS afirma que a CDU apenas estabeleceu contacto na manhã do dia 3 de novembro, propondo uma lista conjunta. O movimento recusou, mantendo a sua própria candidatura.
No final, a lista do MAIS acabou por vencer a votação e assegurar a presidência da Mesa da Assembleia Municipal, num processo que o movimento descreve como “legítimo, democrático e representativo da pluralidade política de Sines”.

“Não houve qualquer desvirtuamento dos resultados eleitorais”, frisa o comunicado, sublinhando que a vitória do MAIS na Mesa “não altera a condição da CDU enquanto força mais votada”, mas reflete a vontade popular expressa nas urnas.

O movimento encerra a nota reafirmando respeito pela democracia e disponibilidade para o diálogo com todas as forças políticas, com um único objetivo: “garantir instituições que funcionem e que contribuam para o desenvolvimento de Sines e para o bem-estar das suas populações


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