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Mãe de “Noori” assume atritos com a filha que vivia na rua após ultimato do pai

A mãe de Carolina Torres revelou no programa “Júlia”, da SIC, que a jovem viveu na rua após um ultimato do pai e tentou tirar a própria vida.

Cristiana Gaspar, mãe de Carolina Torres – a jovem de 18 anos conhecida como “Noori” – falou ao programa “Júlia”, da SIC, sobre os conflitos familiares que antecederam a situação de rua da filha e sobre a tentativa de suicídio que a jovem terá cometido recentemente. A entrevista originou um extenso artigo da FLASH!, que detalha os relatos da mãe e o contexto emocional vivido pela família.

Relação conturbada e diagnóstico

Durante a entrevista a Júlia Pinheiro, Cristiana descreveu Carolina como “uma menina muito doce, muito insegura de si própria, com uma auto-estima fragilizada”. A mãe explicou que, desde a separação com o pai da jovem, começaram a surgir sinais de rebeldia e dificuldades comportamentais, agravadas pela falta de comunicação entre os progenitores.
A FLASH! acrescenta que a mãe só mais tarde descobriu que a filha estava medicada e a ser acompanhada em pedopsiquiatria, havendo suspeitas de consumo de álcool e drogas.
Cristiana relatou ainda que recebeu da filha uma mensagem alarmante: “Mãe, desculpa, mas eu vou-me matar.” A jovem acabou internada no Hospital Garcia de Orta após uma tentativa de tirar a própria vida.

Ultimato do pai e vida na rua

Segundo a FLASH!, a vida na rua terá começado após Carolina completar 18 anos. A mãe relata que, depois de um conflito, o pai fez um ultimato e a jovem saiu de casa sem chave e sem cartão de telemóvel.
Carolina passou a dormir entre Setúbal e Lisboa, alternando entre um parque e uma casa ocupada na zona dos Anjos, conforme descrito pela mãe no programa da SIC.

Incerteza e dor da mãe

Na entrevista a Júlia Pinheiro, Cristiana Gaspar mostrou-se profundamente emocionada e admitiu recear pelo destino da filha, embora diga acreditar que Carolina ainda está viva.
“Às vezes passa-me pela cabeça que tenha acontecido alguma coisa e que a Carolina já não esteja cá, mas não sinto isso. Eu sinto que ela ainda cá está connosco”, afirmou.
A mãe reconhece que tentou impor “regras normais de uma família normal”, mas admite que a situação se tornou impossível de controlar.


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