Influencer perseguida e ameaçada: agressora é do Seixal e foi condenada a mais 2 anos de prisão
A enfermeira e criadora de conteúdos conhecida como “A Mãe Imperfeita” foi alvo de meses de perseguições e ameaças, num caso que, segundo a CMTV, culminou na condenação da agressora — uma mulher do Seixal — a dois anos e quatro meses de prisão.
Uma enfermeira portuguesa conhecida nas redes sociais como “A Mãe Imperfeita” foi alvo de perseguições e ameaças durante vários meses, num caso que acabou em tribunal com a condenação da arguida a dois anos e quatro meses de prisão. A informação foi avançada pela CMTV numa notícia emitida este sábado, 17 de janeiro.
De acordo com a mesma notícia, a escalada de perseguição terá começado após Carmen, enfermeira e criadora de conteúdos, participar num debate com Paulo Rangel, no qual defendeu a eutanásia. A partir daí, segundo a CMTV, a vítima passou a ser alvo de uma campanha persistente de intimidação, que não se ficou por ela: a mãe e os filhos também foram envolvidos nas ameaças.
A perseguidora é do Seixal e a vítima diz que não a conhecia
Num desabafo partilhado nas redes sociais (publicação da própria vítima, cuja imagem foi divulgada), “A Mãe Imperfeita” acrescenta detalhes sobre a mulher que a perseguia, referindo que se trata de uma mulher residente na zona do Seixal, na casa dos trinta anos.
No mesmo texto, a vítima afirma ainda que nunca tinha visto a arguida antes de a perseguição começar, e sublinha que, em tribunal, a própria terá confirmado nunca a ter visto previamente. Ou seja: de acordo com o relato publicado, não existiria qualquer relação anterior entre ambas que explicasse a origem do assédio.
Medidas reforçadas e “botões de pânico”
A gravidade do caso, segundo a transcrição da notícia da CMTV, obrigou a medidas de reforço de segurança, incluindo na esfera escolar: foram tomadas precauções adicionais na escola das crianças e chegou mesmo a ser necessária a utilização de botões de pânico, sinal da perceção de risco e do impacto do caso na vida familiar.
Um caso que expõe o lado mais sombrio das redes
O episódio volta a colocar no centro do debate a forma como a exposição pública, sobretudo quando ligada a temas sensíveis e polarizadores, pode desencadear fenómenos de perseguição, ameaças e assédio prolongado, com consequências diretas na segurança e no bem-estar das vítimas.
A condenação agora conhecida surge após meses de alegada perseguição e intimidação, num processo em que a arguida, apontada pela vítima como residente no Seixal, acabou por ser sentenciada a dois anos e quatro meses de prisão, segundo a notícia transmitida pela CMTV.
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