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Inês de Medeiros aponta hipótese geológica para deslizamentos e diz que há monitorização permanente nas arribas

A autarca garantiu que há monitorização “permanente” das arribas e que o município trabalha com apoio científico da FCT NOVA e da Universidade NOVA de Lisboa.

Na entrevista à SIC Notícias — preferindo falar num canal de cabo em vez de responder às questões colocadas esta manhã pelo Diário do Distrito — Inês de Medeiros apresentou uma explicação técnica possível para os deslizamentos, referindo que a quantidade de água poderá ter encontrado uma camada impermeável (argila), favorecendo o escorregamento de massas de terreno.

A presidente da Câmara sublinhou que cada local tem “realidade diferente” e disse que o município está a trabalhar com apoio científico, nomeadamente com a FCT NOVA e equipas da Universidade NOVA de Lisboa que já apoiaram estudos e continuam envolvidos no acompanhamento técnico do território.

Inês de Medeiros garantiu ainda que o concelho tem vindo a alertar para o perigo e que existe um sistema de monitorização “permanente” nas arribas, numa tentativa de antecipar risco e definir medidas proporcionais — insistindo que a resposta deve assentar em avaliação técnica contínua e não em acusações político-partidárias.


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