INEM inicia inquérito interno à resposta de emergência
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) anunciou, segundo a agência Lusa, a abertura de uma auditoria interna após a morte de uma mulher na Quinta do Conde, Sesimbra, que esperou mais de 40 minutos por assistência.
O objetivo do inquérito é analisar todos os procedimentos adotados, desde a triagem do alerta pelo Centro Operacional de Doentes Urgentes (CODU) até à mobilização de meios no terreno, de forma a identificar possíveis falhas e definir medidas corretivas.
Âmbito e objetivos da auditoria
De acordo com os esclarecimentos prestados à Lusa, e segundo o INEM, a auditoria irá verificar o seguinte:
- Classificação e gestão do alerta recebido;
- Disponibilidade e distribuição de ambulâncias na Margem Sul;
- Cumprimento dos protocolos internos de resposta a situações críticas;
- Comunicação entre o CODU e os bombeiros acionados para o socorro.
Ademais, o instituto lamenta o óbito e garante que pretende extrair lições e reforçar procedimentos, evitando atrasos críticos em futuras emergências.
Possíveis consequências e melhorias
Por outro lado, especialistas em emergência médica consideram que auditorias internas como esta são essenciais para:
- Reduzir tempos de resposta;
- Melhorar a coordenação entre serviços públicos e bombeiros voluntários;
- Garantir que situações de risco elevado recebem prioridade máxima.
O INEM sublinha que a abertura da auditoria não implica responsabilização prévia, mas visa o aperfeiçoamento contínuo do serviço de emergência.
Por fim, recordamos que a morte da mulher na Quinta do Conde é mais um episódio que evidenciou limitações na cobertura de emergência em algumas regiões, particularmente na Margem Sul. Embora a tragédia já tenha sido amplamente noticiada, a atenção agora centra-se na investigação interna do INEM e nas mudanças que podem resultar desta auditoria.
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