Seixal

Homicida do Seixal acusa Guarda Prisional de agressão e dá origem a processos disciplinares

Três guardas prisionais do Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais são alvo de processo disciplinar após queixa de agressão feita pelo homicida Rui Afonso.

Rui Afonso, o indivíduo de 24 anos, detido pelo homicídio de um jovem de 20 anos e de uma idosa de 76, no Seixal, apresentou uma queixa contra três guardas prisionais do Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais. Segundo o homicida, teria sido alvo de agressões por parte dos guardas no Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa.

A denúncia resultou na abertura de três processos disciplinares contra os guardas acusados de agressão. Até o momento, os Serviços Prisionais não comentaram este caso, enquanto o Sindicato da Guarda Prisional informou ao Correio da Manhã que os guardas envolvidos ainda não foram ouvidos.

Este caso coloca em destaque não só a gravidade das acusações feitas pelo homicida, mas também a importância da investigação para garantir a integridade e a transparência no sistema prisional.


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