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Greve geral afeta hospitais: adesão dos médicos rondou os 80%

Paralisação nacional adiou cirurgias e consultas, com forte adesão dos profissionais de saúde.

Alta adesão dos médicos à greve geral impacta serviços de saúde

A greve geral realizada em Portugal registou adesão próxima dos 80% entre os médicos, segundo os sindicatos. Esta participação provocou o adiamento de consultas e cirurgias programadas em hospitais e centros de saúde de várias regiões do país, refletindo o impacto significativo da paralisação nos serviços de saúde.

Muitos utentes viram os seus procedimentos médicos adiados, principalmente em hospitais do Norte e Centro e em unidades de cuidados primários. Serviços de urgência mantiveram funcionamento, mas a atividade cirúrgica não urgente foi suspensa em várias unidades hospitalares.

Serviços mínimos garantem cuidados essenciais

A greve geral decorre de protestos de diferentes setores contra políticas laborais e económicas do Governo, incluindo alterações ao Código do Trabalho, condições de trabalho e salários. Por exemplo, no setor da saúde, os médicos exigem melhores condições profissionais e garantias para a qualidade do atendimento aos utentes.

Apesar da paralisação, os hospitais asseguraram serviços mínimos, mantendo atendimento a urgências e situações críticas. Contudo, os atrasos em consultas e cirurgias refletem a pressão atualmente existente sobre o SNS.


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