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Feriado de luto em Almada: atropelamento do metro de superfície faz um morto e um ferido grave

Feriado de luto em Almada: o metro de superfície volta a matar, com um atropelamento que faz um morto e um ferido em plena Avenida D. Nuno Álvares Pereira

O feriado nacional de 8 de dezembro terminou em tragédia em Almada, depois de duas pessoas terem sido colhidas por uma composição do metro de superfície na Avenida D. Nuno Álvares Pereira, junto ao edifício da Câmara Municipal. Do violento atropelamento resultou um morto e um ferido grave, informação já confirmada pelo Notícias ao Minuto, com base em fonte oficial.

De acordo com os dados divulgados, o alerta para o acidente foi dado ao final da tarde, quando o metro de superfície seguia naquela que é uma das principais artérias da cidade, atravessada diariamente por centenas de peões e automobilistas. No local estiveram cerca de duas dezenas de operacionais, entre Bombeiros Voluntários de Almada, INEM e PSP, que montaram um cenário de emergência marcado por sirenes, luzes azuis e uma forte concentração de curiosos em redor da zona vedada.

As vítimas, ambas atingidas pela mesma composição, foram assistidas ainda na via. Uma delas não resistiu aos ferimentos, acabando por ser declarada morta no local, enquanto a outra foi estabilizada e transportada em estado grave para uma unidade hospitalar. O Notícias ao Minuto confirma oficialmente este balanço – um morto e um ferido – dando assim razão aos relatos que o Diário do Distrito já recolhera junto de moradores pouco depois do atropelamento.

A circulação do metro de superfície foi de imediato interrompida nos dois sentidos naquele troço, provocando perturbações no serviço e deixando dezenas de passageiros retidos, enquanto a PSP procedia às perícias e o INEM concluía as operações de socorro. A avenida ficou parcialmente condicionada, com o trânsito automóvel a ser desviado para ruas adjacentes, num cenário de caos em plena noite de feriado.

Este novo atropelamento volta a colocar o Metro Sul do Tejo debaixo de fogo. Recorde-se que, há poucos dias, outro acidente semelhante, também em Almada, já tinha provocado uma vítima mortal, alimentando a revolta e o medo de quem todos os dias atravessa as passagens de nível ao longo do traçado do metro de superfície.


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