Moita

Encerra o primeiro dia do ciclo da BoCA no CEA, Moita

O primeiro dia do Ciclo de Programação da BoCA – Bienal de Artes Contemporâneas no Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira (CEA), no concelho da Moita, terminou esta quinta-feira, 14 de novembro, com uma participação expressiva e um ambiente marcado pela curiosidade e pela abertura à experimentação.

Segundo o site da BoCa “este ciclo convida o público a um mergulho na descoberta e experimentação artística, através de um programa de entrada livre, que inclui workshops em artes performativas, conversas e performances”.

A manhã e tarde foram dedicadas ao workshop de performance “Ver e reproduzir”, orientado por Joãozinho da Costa, que levou os participantes a explorar o movimento, a observação e a criação. “A imagem, neste contexto, funciona como um ponto de partida — um estímulo que impulsiona a criação de movimento”.

Ao final da tarde, a mediadora Sara Franqueira, coordenadora dos programas BoCA Sub21 e Mutantes-Entre o Teatro e o Museu, conduziu a sessão “Corpo e cena: mais perguntas que respostas”, sobre as artes contemporâneas, dirigida a jovens estudantes da Moita, “que visa contribuir com conhecimentos e para o empoderamento para as artes”.

“Desde 2020, a relação de proximidade com a Câmara Municipal da Moita, através do CEA, tem gerado relações frutíferas junto da população local, afirmando-se como um espaço de experimentação e aprendizagem”, afirma a organização.

A iniciativa, organizada em parceria entre a BoCA e o CEA, reforça o propósito de aproximar o público da criação contemporânea através de uma programação gratuita e acessível, estimulando o diálogo entre diferentes linguagens artísticas.

O ciclo continua amanhã, 15 de novembro, com um workshop de performance orientado por Natacha Campos onde os “participantes são convidados a explorarem, por meio do corpo, novas relações entre movimento e texto”.  Encerra com um DJ set performativo do artista Zumbi Albino (Michel Figueiredo), que promete cruzar música, gesto e improvisação. “Aqui, o som torna-se memória, corpo e fronteira”.

Fundada em 2015, a BoCA mantém o compromisso de promover a transdisciplinaridade e a hibridização de expressões artísticas, levando a criação contemporânea a diferentes territórios e comunidades.


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