Docentes em greve obrigam abertura de escolas a conta-gotas
Ministro de Educação visitou alguns estabelecimentos de ensino e desvalorizou os protestos que estão para se realizar nos próximos dias.

Foi em Minde, durante uma visita do Ministro da Educação, João Costa, que o ministro desvalorizou as formas de luta, que estão previstas para os próximos dias por parte dos docentes.
O ano letivo 2023/2024 já arrancou e cerca de 1,3 milhões de alunos dos 1.º aos 12.º ano, regressaram às aulas para mais um período que irá ser complicado para os pais e até alunos ao estarem previstas algumas greves e no arranque deste ano letivo mais de 80 mil alunos não tiveram aulas devido a estar sem professores, pelo menos a uma disciplina.
O arranque que se realizou esta terça-feira em muitas escolas, as aulas foram a conta-gotas, marcado pela falta de docentes mas também pela contestação que o setor sofre.
As nove organizações sindicais que fazem parte a Fenprof e a Federação Nacional da Educação, iniciaram ontem uma greve ao sobretrabalho, às horas extraordinárias e à componente não letiva.
Esta greve não terá impacto no normal funcionamento das aulas, mas, por outro lado, o Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) já avançou que irá iniciar uma greve de cinco dias.
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