O Governo vai avançar com apoios diretos até 10 mil euros para a reconstrução de casas afetadas pela recente tempestade, nos casos em que se trate de habitação própria e permanente e não exista cobertura de seguro. A medida dispensa a apresentação de documentação, permitindo uma resposta mais célere às situações de maior urgência.
O anúncio foi feito esta terça-feira por Luís Montenegro, no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que decorreu na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, Lisboa, e se prolongou por cerca de três horas.
Além do apoio à habitação, o Governo decidiu aplicar o mesmo montante máximo de 10 mil euros a situações relacionadas com agricultura e floresta, abrangendo prejuízos causados pela intempérie nesses setores.
Segundo o primeiro-ministro, o objetivo passa por garantir uma resposta rápida e eficaz às populações mais afetadas, reduzindo a burocracia e assegurando que o apoio chega diretamente a quem ficou sem alternativas de proteção financeira.
A decisão surge na sequência dos estragos provocados pela tempestade em várias zonas do país, com danos significativos em imóveis e explorações agrícolas, levando o Executivo a adotar medidas excecionais para mitigar o impacto imediato sobre as famílias e produtores afetados.
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