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Crédito Agrícola operacionaliza moratória pública para famílias e empresas afetadas pela tempestade Kristin

Os pedidos de acesso à moratória devem ser submetidos por canal único (formulário no site, email e Linha Direta) até 27 de abril de 2026, no âmbito do pacote extraordinário de apoio lançado após a tempestade.

O Crédito Agrícola informou que já se encontra a operacionalizar a moratória pública destinada a apoiar famílias e empresas afetadas pela tempestade Kristin, prevista no Decreto-Lei n.º 31-B/2026, de 5 de fevereiro, que estabelece medidas excecionais e temporárias de proteção da liquidez nas zonas abrangidas pela situação de calamidade.

A moratória inclui medidas de apoio que podem passar pela suspensão total dos pagamentos relativos aos empréstimos elegíveis, por um prazo de 90 dias contados a partir de 28 de janeiro de 2026, ou pela renovação automática das linhas de curto prazo. Estas medidas permitirão algum suporte financeiro aos Clientes mais impactados pelas intempéries.

Esta operacionalização das medidas públicas dá continuidade ao pacote extraordinário de medidas financeiras e operacionais que o Crédito Agrícola ativou, desde o início, para apoiar as populações e entidades afetadas pela tempestade, que inclui, entre outras soluções, linhas de financiamento bonificado, reforçando o seu compromisso com a recuperação das regiões afetadas e com o apoio próximo aos seus clientes.

De acordo com informação divulgada pelo Governo, as moratórias aprovadas para resposta à tempestade Kristin têm um prazo de 90 dias, com início a 28 de janeiro de 2026, data a partir da qual o decreto-lei produz efeitos.

Para concentrar os pedidos e acelerar a resposta, o Crédito Agrícola criou um canal de contacto único, centralizado na Caixa Central, através de formulário no site do banco, do email linhadirecta@creditoagricola.pt e da Linha Direta. O prazo para submeter pedidos de acesso à moratória termina a 27 de abril de 2026, refere a instituição.

A tempestade Kristin, que atingiu o país de forma severa no final de janeiro, motivou a declaração de situação de calamidade em vários concelhos e levou o Governo a estimar custos diretos de reconstrução superiores a 4 mil milhões de euros, de acordo com declarações públicas citadas pela imprensa internacional.


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