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Corrupção no Ministério da Defesa: ex-responsáveis terão recebido mais de 500 mil euros em dinheiro vivo, carros e electrodomésticos

O ex-director-geral de recurso da Defesa Nacional, Alberto Coelho, e dois chefes de divisão do Ministério da Defesa são suspeitos de um esquema de corrupção na construção do Hospital Militar de Belém, em Lisboa. Terão sido corrompidos com dinheiro vivo, carros e electrodomésticos, contrapartidas que terão permitido um favorecimento de mais de quatro milhões de euros nas obras.

Neste esquema, que levou à operação Tempestade Perfeita, estão em causa quase 20 contratos que permitiram aos empresários sob suspeita facturarem cerca de 4.2 milhões de euros, enquanto os ex-responsáveis do Ministério da Defesa, escreve o Observador, terão recebido cerca de 546 mil euros em alegadas contrapartidas.

Um dos negócios sob suspeita é o de remodelação do hospital militar de Belém, na altura da pandemia, que viria a custar três vezes mais do que estava previsto.

O processo Tempestade Perfeita envolve 19 arguidos e levou a seis detenções em Dezembro do ano passado. Todos os arguidos estão em liberdade.


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