Opinião

COMO PASSAR DE ASSASSINO A VÍTIMA

Uma opinião da inteira responsabilidade de Bruno Fialho

Não seria de esperar outra coisa dos políticos e comentadores que sobrevivem à custa dos subsídios estatais, que era tentar fazer de um hediondo assassino de duas mulheres, uma vítima da sociedade, apenas porque é um refugiado afegão.

Em primeiro lugar, não é por ter sido um refugiado que se passa a ser um “coitadinho” ou vítima, pois, Abdul Bashir já estava a residir há dois anos em Portugal e parece que não trabalhava, mas tinha uma viagem marcada para a Alemanha, algo normal para todos os portugueses que trabalham e recebem um salário, certo?

Acontece que os dois tipos de pessoas que mencionei acima, e estou a falar dos políticos e comentadores subsídio-dependentes, são uns verdadeiros hipócritas e parasitas do sistema, porque somente defendem o que a “Agenda” mais ordena, omitindo sempre a verdade e relegando para segundo plano o superior interesse nacional.

Essa malta subsídio-dependente, e novamente estou a falar dos políticos e comentadores que vendem a própria mãe para manter o que a “Agenda” lhes manda dizer, na verdade, nada fazem quando os seus protegidos mais precisam, ou seja, os chamados excluídos sociais.

A título de exemplo, no ano passado houve um Mundial de futebol no Qatar e não vi os lóbis do costume a insurgirem-se contra as leis pouco “inclusivas” desse país, fosse através de acções locais, de jogadores a ajoelharem-se dentro do campo ou na realização de paradas coloridas em Doha, capital do Mundial.

Assim, os que vieram agora em defesa do “coitadinho” do refugiado que assassinou barbaramente duas mulheres no país que o acolheu e que tudo lhe dava sem que ele tivesse de fazer algo para isso acontecer, apenas o fizeram porque existe a obrigatoriedade de defender uma narrativa favorável a todos aqueles que têm como missão a substituição populacional da Europa, porque nos países árabes é vê-los a todos caladinhos.

E os que ficaram preocupados com os 3 órfãos, esses sim, outras vítimas, oferecendo tudo, inclusive a própria casa ou a roupa do corpo, também nada fazem pelos órfãos portugueses, ou por todos os que não têm casa e moram na rua, ou que têm de passar fome para que os seus filhos não passem ou pelos que estão na iminência de perder a casa devido à submissão dos nossos governantes aos interesses supranacionais.

Por isso, assumo e sempre assumi, primeiro os portugueses e só depois os outros!

E continuo a defender que não podemos ter uma política de portas abertas, onde entra qualquer um, sem qualquer regra ou escrutínio, mesmo que seja um assassino, violador, ladrão ou subsídio-dependente.

Confesso que estou farto de ser acusado de intolerante pelos retardados do costume, por apenas querer defender o meu país e a Europa de uma substituição populacional, a qual está a ser concretizada por indivíduos que culturalmente nada têm a ver connosco e que professam uma religião que, inclusive, proíbe que haja igrejas católicas na maior parte dos países de onde vêem.

Quem deseja residir em Portugal tem de respeitar as nossas leis, os nossos costumes e até a religião dominante e não pode agir como se estivesse em Cabul, capital do Afeganistão, e começar a matar ou bater em mulheres, só porque se acham verdadeiros “machos islâmicos”, como aconteceu em 2015, quando o sheik Osheik David Munir, líder da Mesquita Islâmica de Lisboa, foi acusado de violência doméstica pela sua mulher, por alegadamente lhe ter dado duas cotovelas na cara na sequência de uma discussão do casal.

Por isso, prefiro ser acusado de todas as coisas que não sou, do que aceitar tudo o que a “Agenda” quer impôr e assistir impávido e sereno à substituição populacional no meu país e ver morrer mais mulheres em Portugal.

Estamos no limite de perder a nossa Pátria para sempre, razão pela qual não se pode permitir a entrada sem regras, no nosso país, a toda a gente.

Se continuarmos assim, depois não se queixem do número de assassinos ou violadores que passarão a vítimas num instante.

Agora, pensem que isso pode vir a acontecer com as vossas filhas ou netas…


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