Política

Coligação do PPM em Lisboa chumbada | Monárquicos acusam Tribunal Constitucional de favorecer PSD

O presidente do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira, criticou o Tribunal Constitucional por considerar que são feitas decisões “contraditórias e politicamente enviesadas”, reivindicando a utilização da sigla AD.

O Partido Popular Monárquico (PPM) denunciou esta quinta-feira aquilo que considera ser “uma decisão vergonhosamente arbitrária” do Tribunal Constitucional (TC) ao recusar a coligação “AD – Lisboa” entre o PPM e o PTP.

Em comunicado, Gonçalo da Câmara Pereira, presidente da Comissão Política Nacional do PPM, acusa o TC de estar “capturado pelos partidos do sistema” e alerta para o “risco real de manipulação da democracia”. O partido critica a incoerência entre acórdãos recentes: “Ora o uso de ‘AD’ é proibido, ora permitido, consoante a conveniência partidária.”

“O Tribunal Constitucional deixou, há muito, de ser o garante do Estado de Direito”, afirma o dirigente, apontando ainda que os juízes “têm interesse direto em agradar aos partidos que os nomeiam, para garantir as suas subvenções vitalícias”.

Para o PPM, o caso revela a necessidade urgente de reformar o modelo de nomeação do TC e blindar a justiça constitucional contra pressões partidárias.


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