
A subida dos combustíveis força uma resposta de emergência por parte do Governo, que decidiu abrir os cofres e avançar com um pacote de 150 milhões de euros mensais entre abril e junho de 2026. O objetivo é claro: travar o impacto imediato dos custos energéticos em setores essenciais.
Entre as principais medidas está um apoio direto ao consumo, com um subsídio de 10 cêntimos por litro de gasóleo, aplicado com limites específicos por atividade. No transporte pesado, o teto máximo chega aos 15 mil litros, numa tentativa de aliviar empresas fortemente pressionadas pelos custos operacionais.
O apoio estende-se também às corporações de bombeiros, que passam a contar com até 360 euros por veículo pesado, num reforço que surge numa altura em que o aumento dos combustíveis afeta diretamente a capacidade de resposta no terreno.
No setor do táxi, cada viatura terá direito a um apoio de 120 euros, procurando compensar a subida dos custos que afeta a atividade diária destes profissionais.
O pacote abrange ainda áreas estratégicas como a agricultura, as pescas e o setor social, todos particularmente expostos ao aumento dos preços da energia. O Executivo pretende assim reduzir o impacto imediato da crise energética e evitar efeitos mais profundos na economia.
A decisão surge num contexto internacional marcado pela instabilidade no Médio Oriente, que continua a pressionar os mercados energéticos e a refletir-se diretamente nos preços dos combustíveis em Portugal.
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