Autor de vários furtos acaba detido depois de sair em liberdade
Depois de pagar a multa para sair da prisão foi detido por cometer novos furtos em Lisboa

Um homem de 30 anos foi colocado em prisão preventiva por suspeitas da prática de 13 crimes de furto qualificado na zona da Baixa de Lisboa, depois de uma investigação da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da PSP que permitiu associá-lo a uma série de furtos em estabelecimentos comerciais, escritórios, residências e viaturas.
Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, um dos casos mais significativos ocorreu após o suspeito arrombar a porta de um edifício de escritórios, onde alegadamente se apoderou das chaves de várias frações e da garagem, com as quais terá entrado em quatro escritórios, de onde furtou computadores, monitores, televisores e telemóveis, provocando um prejuízo estimado em 5.850 euros.
A investigação aponta ainda para o furto no interior de uma viatura estacionada num parque público da Baixa de Lisboa em que, depois de se apoderar de dinheiro e cartões bancários da vítima, o homem terá utilizado esses cartões para efetuar diversos pagamentos em estabelecimentos comerciais, num total de 191 euros.
Entre os crimes investigados está também o desaparecimento de seis peças de arte exclusivas criadas por uma artesã para a Bordallo Pinheiro, avaliadas em cerca de 11.400 euros.
No total, a PSP estima que os 13 furtos tenham causado prejuízos superiores a 30 mil euros, ascendendo o valor global a 30.717,25 euros.
As autoridades revelam ainda que o suspeito tinha sido detido no passado dia 4 de julho para cumprir uma pena subsidiária de prisão devido ao não pagamento de uma multa. No entanto, acabou por liquidar o valor em dívida, recuperando a liberdade.
Poucos dias depois, de acordo com a PSP, voltou alegadamente à atividade criminosa, estando entre os novos ilícitos investigados o furto no interior de uma viatura e o furto das peças de arte.
Reunidos os elementos de prova, a Autoridade Judiciária emitiu mandados de detenção fora de flagrante delito, permitindo a detenção do suspeito em articulação com a 6.ª Secção do DIAP de Lisboa, e presente a primeiro interrogatório judicial, foi-lhe aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
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