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Aterro do Seixal deverá encerrar em 2028

A perspetiva de encerramento volta a colocar pressão sobre o sistema de resíduos na Península de Setúbal, numa região onde a capacidade de deposição tem sido apontada como crítica.

O aterro integrado no Ecoparque do Seixal, explorado pela Amarsul, deverá encerrar em 2028, de acordo com informação avançada pelo Público na edição de 12 de janeiro. A notícia surge num contexto em que sucessivos alertas têm vindo a apontar para o esgotamento de capacidade de vários aterros e para a necessidade de acelerar soluções alternativas, como a valorização e o tratamento de biorresíduos.

Nos últimos anos, o aterro do Seixal tem estado no centro de polémicas locais, com a Câmara Municipal do Seixal e estruturas de freguesia a contestarem impactos associados à exploração, como odores e efeitos na qualidade de vida, bem como decisões relacionadas com o crescimento do aterro.

A Amarsul, responsável pelo tratamento e valorização de resíduos urbanos em vários municípios da Península de Setúbal, opera aterros no Ecoparque do Seixal e no Ecoparque de Palmela, referindo um volume anual de receção na ordem das centenas de milhares de toneladas.


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