O ataque ocorreu na tarde de terça-feira, 6 de janeiro, na Charneca da Caparica, numa zona descrita como habitualmente tranquila e residencial.
De acordo com informação avançada pela imprensa, uma dupla armada disparou várias vezes contra a viatura — um Audi de alta cilindrada — atravessando o habitáculo com projéteis, sem conseguir atingir o condutor, que acabou por escapar ileso e procurou ajuda junto das autoridades.
A investigação, que passou para a alçada da PJ, tem recolhido vestígios e avaliado o modus operandi.
A “Investigação CM” refere que os atacantes terão encetado fuga para fora do concelho e que, cerca de duas horas depois e a vários quilómetros do local, surgiram os primeiros sinais: duas viaturas abandonadas e carbonizadas num local mais isolado.
A mesma reportagem aponta que, apesar do incêndio visar eliminar provas, o plano não terá sido perfeito, uma vez que terá sido encontrado um carregador de metralhadora, descrito como prova-chave por peritos ouvidos no trabalho televisivo.
Moradores ouvidos na reportagem admitem receio de retaliações e de novos episódios de violência numa área onde estes crimes não são comuns.
Já quanto à motivação, a PJ tem mantido diferentes hipóteses em aberto: a transcrição menciona que a vítima estaria a receber ameaças relacionadas com um homicídio cometido há cerca de uma década e que, por isso, está a ser ponderado um cenário de vingança, sem excluir outras linhas de investigação.

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