
O artista plástico António Nobre foi o vencedor do Prémio Amplitude 2025, entregue no dia 8 de novembro, no encerramento da terceira edição da Amplitude – Exposição Coletiva de Cerâmica, que decorreu no Solar dos Zagallos, em Almada.
A obra distinguida, intitulada “Não sei como aqui estou”, destacou-se pela sua subtileza e complexidade técnica, apresentando uma espessura inferior a dois milímetros. Segundo o autor, a peça reflete a fragilidade humana: “Normalmente, as pessoas têm medo da fragilidade. Esta peça tem menos de dois milímetros de espessura, mas não é por ser mais frágil que deixa de ser bela.”
De acordo com o júri, representado pelo coletivo artístico O Porco Voador, a escolha teve por base a qualidade técnica, a expressão artística e o conceito da obra.
Esta edição da Amplitude contou com 41 artistas selecionados de um total de 52 candidaturas e teve como artista convidada Virgínia Fróis, que apresentou a instalação “Em Cadeia” na capela do Solar dos Zagallos.
O Prémio Amplitude, promovido pela Câmara Municipal de Almada, tem como objetivo valorizar a cerâmica contemporânea e apoiar o trabalho de artistas que exploram novas abordagens neste campo.
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