Política

António Costa acredita que vai cumprir mandato até ao fim

O primeiro-ministro António Costa deu uma entrevista à RTP, por ocasião dos 50 anos do Partido Socialista, em que disse acreditar convictamente de que vai cumprir o mandato até ao fim e que não haverá eleições antecipadas, porque não é isso que os portugueses querem.

Costa sustentou que a dissolução da Assembleia da República é “um tema que está fora da agenda da vida dos portugueses” e é alimentado pela bolha mediática. “Há aqui uma distinção entre aquilo que é o debate da bolha mediática e do incerto do mundo político e o que é a vida do dia a dia dos cidadãos. Os portugueses não estão nem aí e manifestamente não querem dissolução nenhuma”, afirmou o secretário-geral do PS, mantendo que a economia “vai continuar a crescer”.

António Costa desafiou ainda o líder do PSD Luís Montenegro a apresentar alternativas concretas às medidas do Governo e a tomar uma posição em relação à privatização da TAP. E aproveitou para dar outra alfinetada a Montenegro, defendendo que o líder laranja “quer manter uma situação equívoca” e está a ajustar a sua actuação política para “que se distinga pouco o PSD para os eleitores do Chega”.

“O PSD distingue-se pouco do Chega”, disse Costa. “Montenegro não diz que não faz acordo com o Chega”, ao passo que os socialistas nem necessitam afirmar que não fazem acordo com partidos populistas. “O PSD não se deve deixar confundir com o Chega”, aconselhou o primeiro-ministro.


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